A ERA DO ESPÍRITO E DA VERDADE
Author: Valter Amorim Posted under: Nova Era
A NOVA ERA representa, antes de tudo, uma mudança altamente
necessária ao espírito humano, pois o mesmo tornou-se "viciado"
nas crendices de um Deus de uma forma totalmente
necessária ao espírito humano, pois o mesmo tornou-se "viciado"
nas crendices de um Deus de uma forma totalmente
dogmática, sem sentido lógico, apenas fazendo com que
as pessoas aceitem aquilo
as pessoas aceitem aquilo
que é imposto por argumentações altamente ardilosas
para que acreditemos no que
para que acreditemos no que
é pregado, sem absolutamente nenhum questionamento.
O Ser humano desde a milênios vem sendo conduzido como
"ovelhas" em um redil,
"ovelhas" em um redil,
controlados para NÃO PENSAR, NÃO QUESTIONAR,
NÃO CRIAR E NÃO EXISTIR como deveria ser o que representa um
entendimento superior sobre "SER FILHO DE DEUS".
Ora, se somos feitos à imagem e semelhança do nosso
Criador, porque devemos ser "robôs" manipulados pelos
interesses das igrejas?
interesses das igrejas?
Porque devemos ser mantidos como incapazes e ignorantes em relação
à nossa própria existência. A maioria das religiões são contra
o movimento New Age ou Nova Era, porque ela prega o
AUTOCONHECIMENTO,
pois esse autoconhecimento leva o indivíduo a situar-se diante
do cenário historico e humano.
Desperta nele a capacidade do questionamento e da não manipulação mental
e o impulsiona a ativar o DISCERNIMENTO entre a verdade e a mentira,
que sempre foi imposta por essas organizações para poder manter
as "ovelhas" em seu redil através dafé dogmática e cega - sem consciência.
Dessa forma, esse movimento de libertação da mente humana proporciona
um verdadeiro reencontro da criatura com o seu Criador, através do
RE-ENCONTRO CONSIGO MESMO.
Re-direciona a atenção da individualidade humana isolada e prisioneira
do EU-EGO para o EU SOU, ensinado pelo grande mestre Jesus.
Decorre do fato de que o homem contemporâneo está decepcionado
por tudo que tem experimentado no século XX: o otimismo derivado
do progresso da ciência e da tecnologia foi duramente golpeado por
duas guerras mundiais. Sobreveio uma relativa prosperidade no Ocidente
Europeu e na América do Norte... Isso, porém, não bastou para responder
aos anseios do homem ocidental, que, em meio ao progresso material,
sentiu a necessidade de saber por que e para que vive, luta e sofre;
a ciência e as religiões não capazes de lhe responder.
O recurso às drogas também foi frustrador. Daí a procura de
correntes místicas, aptas a pôr o homem em contato com o mistério
ocultismo, teosofia, espiritualismo, religiões orientais...
Dessas fontes o homem contemporâneo espera algo de novo,
que tome o lugar dos vetustos valores do século XX.
Registramos ainda a concepção
(que a autêntica ciência ignora, mas que a astrologia, pretensa mística, professa)
de que a era zodiacal do Peixe está para ceder à nova era,
a ERA DE AQUÁRIO.
Afirmam os astrólogos que sempre que o sol muda de sinal no
Zodíaco, ocorrem mudanças radicais no setor da cultura humana,
especialmente na religião. Assim, em 21 de março do ano
1° da era cristã, o Sol teria entrado no signo Zodiacal do
Peixe e apareceu o cristianismo, cujo símbolo muito utilizado
pelos antigos Essênios: o Peixe. Ora, afirmam os astrólogos
(não os astrônomos): em breve o sol entrará no signo zodiacal do Aquário;
começará, então, uma Nova Era, caracterizada pela fartura...
principalmente de doutrinas esotéricas, que terão no
Evangelho de São João o "Evangelho do Aquário"
(pois se diz que é essencialmente esotérico).
O nome "Aquário" implicará numa efusão de graças e
luzes sobre o mundo, como dizem.
Desaparecerá a religião cristã, e surgirá uma nova religião mundial,
síntese das anteriores e promotora de amor, concórdia e felicidade.
O retorno de Cristo inaugurará essa Nova Era. É o mesmo
Cristo do Evangelho, porém não a sua manifestação antropomórfica,
mas o Cristo-Avatar, o Cristo Cósmico. O mesmo que
tendo se manifestado fisicamente através de Jesus, retorna agora
em "ESPÍRITO E VERDADE" no interior de cada filho Seu.
O Movimento da Nova Era não é preparado por uma pessoa
ou um grupo, mas por "suave conspiração" de muitas pessoas,
que se sentem sufocadas por velhas instituições e moral antiquada e,
por isso, propõem uma nova espiritualidade, rica de revelações de
seres superiores.
Todos os homens são convidados a entrar nessa "suave conspiração",
para criarem juntos um mundo novo, pacífico e fraterno, como nenhuma
outra instituição conseguiu realizar até hoje. A "suave conspiração", já em
curso, parece estar mobilizando milhões de pessoas, ligadas entre si pela
aspiração à novidade, sem que tenham um chefe ou fundador propriamente
dito, nem sede social, nem livro que defina suas doutrinas e nem
um corpo de artigos que lhe dê estrutura. Pode-se apenas dizer que o
Movimento da Nova Era teve início na década de 70 na Califórnia,
como conseqüência do vazio deixado pelos mitos do progresso e
do consumimo e em virtude da sede de mística e valores transcendentais.
Como primeiros referenciais do novo movimento,
estavam as religiões orientais existentes nos Estados Unidos,
difundindo a yoga, a meditação transcendental, o hare-krishna
e as culturas alternativas: a dos hippies ou dos "filhos das flores
" a dos psicodélicos, o esoterismo com seus segredos, as medicinas alternativas,
o espiritismo ou a transcomunicação (com os desencarnados), o feminismo,
o ecologismo, o pacifismo, etc.
Como se vê, a Nova Era é um amálgama de idéias e movimentos diversos,
de índole fortemente alicerçados na busca da verdade.
Daí a dificuldade de defini-la com precisão.
Não obstante, podemos assinalar algumas de suas notas mais típicas
CARACTERÍSTICAS GERAIS Indiquemos cinco notas
distintivas do Movimento da Nova Era:
1. HOLISMO OU ORGANICIDADE DO UNIVERSO A física clássica
de Newton tinha o universo na conta de imensa máquina, cujos
elementos se mantêm em equilíbrio mediante interação constante.
Ora, a Nova Era adota o modelo holístico, mais recente: o universo
não constaria de partículas, mas de ondas de energia que constituem um todo
(holon, em grego), como uma rede de ligações e de interdependências;
quanto mais alguém aprofunda a realidade, dizem os holistas, tanto mais
faz a experiência da unidade do todo.
O homem seria parte desse todo, participando da vida orgânica
do conjunto, sem poder sair dele como observador neutro ou sujeito
independente. Em conseqüência, aNova Era afirma que
Deus e o mundo, o espírito e a matéria são uma imensa
vibração energética onde todas as diferenças são apenas aparentes, e não reais.
2. TÔNICA AS RELIGIÕES ORIENTAIS O Movimento
da Nova Era prefere as teses das religiões orientais
(que geralmente são panteístas) aos artigos da fé cristã. Isso bem se entende,
visto que o cristianismo afirma a transcendência de Deus
; Ele entra em diálogo com o homem, mas não é o homem.
O cristianismo possui um credo definido, evitando o sincretismo religioso.
O cristianismo baseia-se no dogma e na fé cega.
Já as religiões orientais possuem um fundamento lógico
extremamente mais profundo que qualquer filosofia ocidental.
A Nova Era incita seus adeptos a fazerem experiências "transpessoais",
segundo as quais o eu se dilata, de modo a se sentir
uma coisa só com a energia cósmica; tais experiências
possibilitariam ao homem entrar em contato com pessoas muito distantes,
até com espíritos desencarnados e seres extraterrestres.
Tais experiências podem ser estimuladas pelo incentivo direto do cérebro
(biofeedback), pela meditação, por um modo de vida mais saudável, equilibrado e consciente.Também são estimulantes das experiências
mística da Nova Era a música, a dança e as artes em geral.
3. O CHANNELING E O ESOTERISMO GNÓSTICO
Channeling (de channel, canal, em inglês) é a forma mais recente
de espiritismo: o médium faz as vezes de channel: recebe mensagens não
de espíritos desencarnados, mas sim de entidades superiores
(A divindade, consciências extra-físicas, extraterrenas,
elementais e mestres de planos superiores)
Com essa concepção se combinam resquícios do
gnosticismo dos primeiros séculos: o homem possui uma
centelha da divindade, que o torna familiar ao Todo Divino (que é o universo)
. 4. TERAPÊUTICA O Movimento da Nova Era se dedica também ao tratamento
das doenças do corpo e da alma, não mediante a medicina convencional,
mas através do enfoque holístico, que recorre às terapias ´´suaves´´,
como são a homeopatia, a acupuntura e centenas de outras altamente benéficas
e que oferecem resultados maravilhosos, se praticadas por pessoas
devidamente preparadas.
5. OTIMISMO A perspectiva da Nova Era, de paz e felicidade,
substitui a mentalidade derrotista de grande parte da humanidade
contemporânea; daí o sucesso do movimento. Pode-se dizer que a
expectativa de Nova Era corresponde à de um reino milenar de Cristo
(milenarismo), apregoada por algumas correntes cristãs de nossos dias
.O Movimento da Nova Era fala do retorno de Cristo,
tal como é anunciado pelo livro
"O Retorno de Cristo (1948), da sra. Alice Bailey, teosofista e
ocultista inglesa que teria recebido revelações de um mestre desencarnado
dito "o Tibetano". O Cristo da Nova Era, porém, não é o do Evangelho;
é o Cristo Cósmico, o Cristo Energia, o Espírito Crístico Universal...
CONCLUSÃO Deve-se dizer que a mensagem do
Movimento da Nova Era é, de ponta a ponta, um passo além da fé cristã.
Para os adeptos desse movimento, Deus ou Criador é muito mais
do que simplesmente um "velho barbudo que mora no céu e que
passa todo o seu tempo julgando, absolvendo ou condenando o povo".
Vê o Ser humano como sendo uma extensão do seu próprio Criador
, cumprindo o ensinamento de que
SOMOS FEITOS À IMAGEM E SEMELHANÇA DO NOSSO CRIADOR.
De que existe uma evolução espiritual e o ser humano
caminha entre os dois trilhos da dualidade, tendo que aprender
a administrar os dois com sabedoria. Poderíamos enumerar aqui
centenas de frases como essa mostrando as diferenças existentes
entre o pragmatismo do cristianismo limitado às crendices e
o Movimento New Age que responde às perguntas que nunca
foram devidamente respondidas, ou por ignorância ou porque
nunca houve interesse que o povo soubesse. De qualquer forma,
agora chegou a vez da
VERDADE APARECER. CHEGA DE MANIPULAÇÕES >
QUEREMOS SER LIVRES PARA ESCOLHERMOS
NOSSO PRÓPRIO CAMINHO!!!


Esta cantata é emoldurada por um símbolo da Antigüidade, o conceito da Roda da Fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança. E assim o apelo em coral à Deusa da Fortuna (O Fortuna, Velut Luna) tanto introduz quanto conclui a obra, que se divide em três seções: o encontro do Homem com a Natureza, particularmente com a Natureza despertando na primavera (Veris eta facies). Seu encontro com os dons da Natureza, culminando com o dom do vinho (In taberna); e seu encontro com o Amor (Amor volat undique).
A primeira apresentação de Carmina Burana foi na Ópera de Frankfurt em Junho de 1937. Causou uma grande impressão sobre o público, e a aclamação mundial que recebeu a partir daí prova que não perdeu nada do seu efeito hipnótico.
Essa história aconteceu há uns duzentos anos atrás, principalmente entre 1828 a 1831, período máximo da glória de Nicolo Paganini, compositor e o maior violinista de todos os tempos. A lenda sobre o encordoamento tem origem no fato de que as tripas de carneiro que compunham as cordas do violino poderiam, de fato, ser substituídas por um jogo humano, ganhando assim uma sonoridade sobrenatural. A estranha personalidade de Paganini contribuiu bastante para aumentar as lendas. Diz-se que, a partir dos 30 anos, nunca mais ensaiou e que vivia cercado por uma nuvem vigilante de aprendizes, discípulos e mesmo adversários, sempre em busca dos segredos de sua técnica. Os relatos de seus espetáculos fariam empalidecer de inveja os Beatles ou qualquer grupo de rock até hoje, assemelhando-se mais a uma experiência próxima do êxtase coletivo ou do pavor absoluto. Choro convulsivo apenas rompia o silêncio absoluto quando ele queria e, quando queria o contrário, fazia corar as donzelas com acordes muito próximos da agonia do orgasmo e todos sentiam uma fúria incontrolável tomar conta de sua alma. Em quase todas as cidades em que se apresentava saía dos teatros carregado em triunfo pelas ruas, naturalmente até alguma casa mal-afamada na qual o ópio, o vinho e o haxixe pontuavam uma orgia incendiária e minuciosa.
Ao regulamentar o canto litúrgico cristão, mantém-se o princípio da homofonia, ao qual se acrescenta a ausência de acompanhamento instru-mental. É destas características que vem o nome deCanto Chão, (do latim, Cantus Planus) utilizado pela primeira vez como sinônimo de canto gregoriano por Jerônimo de Moravia, por volta de 1250. Porém, o termo não é muito adequado para denominar o canto religioso dos séculos XVII e XVIII.
Em janeiro de 2003 no Gate Studio da Alemanha, iniciaram as gravações do álbum de estréia The Phantom Agony. Em março, após algumas reuniões entre os integrantes surgiu a idéia de trocar o nome da banda. Segundo Simone Simons: "Epica é um lugar do universo onde nós podemos encontrar as respostas para as mais importantes perguntas sobre a vida. A maioria de nossas letras é parecida com o significado de Epica. E o Kamelot acabava de gravar seu álbum intitulado Epica. Nós adoramos o título. A maioria dos membros, incluindo eu, adora ouvir Kamelot. Então decidimos mudar o nome para Epica".
Os shows continuaram em 2004. Na Europa as apresentações passaram pela Inglaterra, Alemanha, Turquia, Espanha, Portugal e outros países. Em dezembro, os mexicanos tiveram o prazer de acompanhar de perto o Epica em nove shows. No final deste mesmo ano, a banda voltou aos estúdios para a gravação do segundo álbum: Consign to Oblivion. Este trabalho, abordando a cultura Maia, foi lançado em abril de 2005 e traz onze faixas mixadas pelo alemão Sascha Paeth e pelo brasileiro Philip Colodetti.
A jovem, com apenas 13 anos, que havia mudado-se recentemente com sua família para Little Rock, chamava-se Amy Lynn Lee. Seus pais, preocupados com o seu isolamento social, haviam encaminhado a garota para aquele acampamento, afim de que pudesse fazer amizades e integrar-se entre os jovens cristãos da cidade. Mas Amy passava horas ao piano e pouco se interessava em conhecer os demais participantes.
Este trabalho, que trazia apenas sete faixas, foi lançado na primeira apresentação ao vivo realizada em um bar chamado Vino’s, em Litlle Rock. Todas as 100 cópias disponibilizadas para venda esgotaram-se na mesma noite da apresentação. Com a popularidade fortalecida, porém, conhecida apenas regionalmente, a banda produz e lança em agosto do ano seguinte, mais um EP.
Fallen foi o disco que definitivamente lançou o Evanescence para o mundo e que rendeu muitos dólares e reconhecimento. Neste momento, a formação já estava estabilizada e pronta para percorrer o mundo em turnês.
No ano de 2004 a popularidade do Evanescence foi ampliada e a banda mostrou à mídia e aos fãs que a saída de Ben não atrapalhou a carreira. Até fevereiro, somente nos Estados Unidos, Fallen já tinha vendido mais de 4 milhões de cópias. Premiações como os diversos Grammy europeus; além de várias indicações e outros tantos prêmios conquistados na imprensa especializada, fizeram a rotina da banda naquele ano. Porém, boatos em torno do suposto namoro de Amy e Ben, contribuíram, negativamente, para uma maior exposição do Evanescence na mídia.