terça-feira, 29 de abril de 2014

Série O OLHO DE HÓRUS: "Saqqara: O Complexo de Cristal" (Ep. 05 - DUBLADO)

Série O OLHO DE HÓRUS: "Osíris, Senhor da Reencarnação" (Ep. 02 - DUBLADO)

padre católico afirma,Jesus deus nunca existiu

A MENTIRA DE FATIMA - Padre catolico portugues conta tudo!!!

A Fraude da Falsa Irmã Lúcia produzida pelo Vaticano

documentario que foi proibido pela igreja catolica

Documentário.Olho de hórus - 01 - Escola de Mistérios - re.editado

A Origem Completa do Planeta Terra

Discovery Channel e a Evolução Humana

Vídeo-Humanos não são do planeta terra

video

segunda-feira, 28 de abril de 2014

MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO


Cap. II do Evangelho Seg. o Espiritismo.
Vida Futura- Realeza de Jesus- Pontos de vista- Instrução dos Espíritos.
          "Tornou pois a entrar Pilatos no Pretório e chamou Jesus e disse-lhe: Tu és rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes de ti mesmo, ou foram outros que te disseram de min? Disse Pilatos: Porventura sou eu Judeu? A tua nação e os pontífices são os que te entregaram nas minhas mãos; que fizeste tu? Respondeu Jesus: o meu reino não é deste mundo; se meu reino fosse deste mundo, certo que os meus ministros haviam de pelejar para que eu não fosse entregue aos Judeus, mas agora não é daqui o meu Reino. Disse-lhe então Pilatos, logo tu és Rei? Respondeu Jesus: Tu o dizes que eu sou Rei.
          Eu para isso nasci, e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade; todo que é da verdade; ouve minha voz" (João XVIII: -3-37)

VIDA FUTURA
          Comentário de Allan Kardec:
          Com estas palavras, designa Jesus claramente a vida futura, para onde irá a humanidade, devendo ser isto, o objeto das principais preocupações do homem na Terra. Todas as suas máximas se referem a este grande principio. Sem a vida futura, os preceitos da moral Cristã, não teriam razão de ser. Esta lei (dogma) pode ser considerado como o eixo do ensino de Jesus.
          Tinham os Judeus idéias muito insertas sobre a vida futura. Acreditavam nos anjos considerados como seres privilegiados da Criação, mas ignoravam que um dia os homens pudessem ser anjos e participar da felicidade destes. Segundo criam, a observância da lei de Deus era recompensada com os bens terrenos, com a supremacia de sua nação. E as vitórias alcançadas sobre os inimigos.
          As calamidades públicas e as derrotas, são castigos de sua desobediência. Outra coisa não poderia Moisés dizer a um povo pastor e ignorante.
          Mais tarde veio Jesus revelando-lhes que ha outro modo, na qual a justiça de Deus segue o seu curso: É mundo prometido aos que observam os mandamentos de Deus e onde os homens bons encontraram sua recompensa; Esse é o reino de Jesus, no qual estará em toda a sua gloria e para onde regressará ao deixar a Terra.
          Não obstante, acomodando o seu ensino ao estado mental dos homens da época, Jesus não julgou dever lhes dar completa luz, que os deslumbraria sem os esclarecer.
          Limitou-se em anunciar a vida futura, com uma lei da natureza, a que ninguém podia fugir.
          Todo Cristão, crê na vida futura. Mas a idéia que muitos fazem dela, é vaga, incompleta e, por isso mesmo, falsa sob vários aspectos. Neste ponto como em muitos outros, o Espiritismo veio completar o ensino do Cristo, quando os homens atingem as condições de compreender a verdade.
          Com o Espiritismo já não é a vida futura um artigo de fé, nem uma hipótese; é uma realidade, demonstrada pêlos fatos, porque são testemunhas oculares os que as descrevem em todas as suas fazes e peripécias, de tal modo que não só a dúvida é possível, como ainda a mais vulgar inteligência pode fazer uma idéia de seu verdadeiro aspecto, como explicam os Espíritos as condições de existência feliz ou desgraçada dos que nelas se encontram.

REALEZA DE JESUS
          Compreende-se que o reinado de Jesus, não é deste mundo. Ele é proclamado Rei dos Reis, mesmo aqui na Terra. Esse Reino é nascido do mérito pessoal, consagrado pela posteridade, tem preponderância muito superior a que supõe uma coroa da Terra. Um é imperecível, enquanto o outro é joguete das vicissitudes; o primeiro é sempre bendito pelas gerações futuras, enquanto o outro por vezes é maldito. O Reinado Terrestre, acaba com a morte.
          O Reinado Moral governa ainda, e sobretudo, após a morte. Sob este conceito, não é Jesus muito mais poderoso que os potentados da Terra? Razão pois tinha para dizer a Pilatos: "Meu Reino não é deste mundo"
PONTOS DE VISTA
          A idéia clara e precisa que fazemos da vida futura da uma fé indestrutível no porvir e tem imensas conseqüências sobre a moralização dos homens, porque muda complemente O PONTO DE VISTA DO QUAL SE ENCARA A VIDA TERRENA.
          Para aqueles que compreendem, a vida corporal é simples passagem de curta estação numa região ingrata. As tribulações da vida, são meros incidentes que sofre com paciência, porque as sabe de pouca duração e que devem ser seguidas de um estado mais feliz. A morte nada tem de horrível. Já não é uma porta do nada, mas da liberdade, que abre ao desterrado a entrada da morada da felicidade e da paz.
          Considerando o que nos diz André Luiz em seu livro, "Nosso Lar". Este lugar na Espiritualidade, é morada de Espíritos muito elevados na moral e portanto merecedores de habitar esse local de belezas e paz. Ele situa-se assinalada no desenho apresentado como uma estrela, que está localizada na terceira esfera acima da crosta, sobre a cidade do Rio de Janeiro, em faixa que pode ser definida como a periferia do Umbral (Lugar de expiação e sofrimento). Nota: Ler Nosso Lar.
          A Terra pode ser também um bom lugar para se viver, desde que se saiba senti-la como uma das moradas do Pai. Ela é bela pela sua natureza, sempre pródiga nas suas flores pássaros, animais e insetos vários. É belo o seu Céu pontilhado de estrelas, que são os múltiplos Sois que se distanciam, em muitas constelações e galáxias.
          A natureza nos serve e como bem diz Pitágoras o filósofo, " E tu que penetras-te, homem sábio e ditoso, a paz seja contigo".
          Do que resulta para os bons, uma calma de espírito que adoça a sua amargura. Tudo a sua volta, tudo aos seus olhos adquire enorme importância. Passa a olhar a vida presente, sob o ponto de vista da vida futura: como as estrelas no firmamento, a humanidade se perde na imensidade; então se apercebe que grandes e pequenas coisas se confundem, como as formigas sobre o torrão de barro; que proletários e potentados são da mesma estatura; e se compadece desses seres efêmeros, que tanto sofrem por conquistar um lugar que eleva tão pouco a que por tão pouco conservam. Por isso a importância dada aos bens terrenos está sempre na razão inversa da fé na vida futura. Das coisas da Terra, o homem deve buscar o seu bem estar, porque mesmo sabendo que permanecerá pouco tempo na Terra é licito que procure estar o menos mal possível. Não há ninguém que, encontrando um espinho debaixo do pé, não o tire para não se ferir. Assim em busca de seu progresso, de sua melhoria o homem é impulsionado pelo instinto de progresso e de conservação que está nas leis da natureza. Trabalha pois, por gosto, por necessidade, e por dever e assim realiza o designo da Providencia, que o colocou na Terra com esse propósito. Deus não condena os prazeres da Terra mas o abuso dos mesmos em prejuízo das coisas da alma.
          Aquele que se identifica com a vida futura, assemelha-se ao homem rico, que perde uma pequena quantia sem emoção; Já aquele que concentra seus pensamentos sobre a vida terrena, é como o pobre que perde tudo quanto possui e se desespera. O Espiritismo expande o pensamento e rasga novos horizontes, em lugar dessa visão estreita e mesquinha que reduz a vida ao presente, que faz do instante que passa sobre a Terra o único e frágil eixo de um futuro eterno; ensina que está vida, é simples elo do harmonioso conjunto e da grandiosidade do Criador. Mostra a solidariedade que reúne todas as existências de um mesmo ser, todos os seres de um mesmo mundo, e os seres de todos os mundos. Dá também uma base e uma razão de ser à Fraternidade Universal, enquanto que a doutrina da criação da alma no momento do nascimento de cada corpo, faz que todos os seres sejam estranhos uns aos outros.
          Do ponto de vista de que no Evangelho, está "Na casa do Pai há muitas moradas", temos à acrescentar que no Universo imenso dos Sistemas Planetários como o nosso que se compõe de um Sol e nove Planetas com inúmeros satélites; podemos pensar em outros Planetas habitados. Assim como deve existir infinidade de planos espirituais à exemplo de Nosso Lar, como descreve André Luiz. Tudo isso, representa a "Casa do Pai". E ainda considerando a existência de inumeráveis Galáxias espalhadas na enormidade do Cosmo. Por isso, cremos em vós Senhor, porque tudo revela vosso poder e vossa bondade.
          A harmonia do Universo demostra uma sabedoria, prudência e precisão, que ultrapassa todas as faculdades humanas. O nome de um ser soberanamente grande e sábio acha-se escrito em todas as obras da criação, desde o minúsculo broto da mais tenra planta e do menor inseto, até os astros que se movem no espaço, em toda parte há prova de uma paternal solicitude.
          Cego é pois, aquele que desconhece a vossa obra, orgulhoso o que não vos glorifica e ingrato o que não vos rende graças.
          NOTA: Isto que ao tempo de Cristo, os homens não poderiam compreender e que por isso teve a sua revelação reservada para outros tempos (HOJE)
          INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS
          Quem, melhor do que eu pode compreender a verdade destas palavras de nosso Senhor, " Meu Reino não é deste mundo"? O orgulho me perdeu na Terra, Quem compreenderia o nada dos reinos da Terra, Que me trouxe o Reino terrestre? Nada absolutamente nada; e para que a lição fosse mais terrível, nem sequer o conservei até o túmulo, Rainha era entre os Homens, Rainha supunha entrar no Reino do Céu; que ilusão. Que humilhação quando, em vez de ser recebida ali como soberana, vi acima de mim, e muito acima, bem alto, homens que supunha muito insignificante e que desprezava porquê não eram de sangue azul! Ho! então compreendi a esterilidade das honras e grandezas que, tão avidamente buscamos na Terra. Para preparar um lugar neste reino, são precisas abnegações e humildade, a caridade em toda a sua prática Celeste e a benevolência para com todos.
          Ninguém vos pergunta o que haveis sido, que posição ocupaste, mas que bens haveis feito, que lágrimas haveis enxugado. Ah! Jesus distes-te que teu Reino não era da Terra, porque é preciso amar para chegar até ao Céu.
          São os mais penosos caminhos da vida os que a ele conduzem; buscai pois, o caminho através de espinhos e abrolhos e não os entre flores. Os homens perseguem os bens terrenos como se pudessem conserva-los eternamente. Mas aqui, não há ilusões, logo percebem que se agarraram a uma sombra, desprezando os únicos bens sólidos e duradouros, os únicos que lhe servem na morada Celeste, cuja entrada lhes podem franquear. Tende piedade, daqueles que não ganharam o Reino do Céu. Ajudai-os com as vossas orações, porque a oração aproxima o homem do Altíssimo e é um elo que une a Terra ao Céu. ("Uma Rainha de França" - Havre 1863)
FIM

A Terra que não deveria existir


Por Salvador Nogueira
Astrônomos pela primeira vez conseguiram determinar tanto a massa como o diâmetro de um planeta de porte similar ao da Terra fora do Sistema Solar. E o mais interessante de tudo: sua densidade é praticamente idêntica à do nosso planeta, indicando uma composição similar.
Concepção artística do planeta Kepler-78b, de composição similar à terrestre
O que faltou para ser um gêmeo da Terra foi uma órbita similar. Na verdade, o mundo Kepler-78b gira tão perto de sua estrela que, em tese, nem deveria existir.
O Mensageiro Sideral já o mencionou previamente, no momento em que sua descoberta havia sido anunciada pela equipe responsável pelo defunto satélite Kepler. Mas a técnica usada pela espaçonave para detectar planetas — que mede a redução de brilho da estrela causada pela passagem de mundos circundantes à frente dela — só permite estimar o diâmetro deles.
Agora, dois grupos independentes obtiveram estimativas da massa. Andrew Howard, da Universidade do Havaí em Manoa, e sua equipe usaram o Hires, espectrógrafo instalado no Observatório Keck. Já Francesco Pepe, da Universidade de Genebra, e seus colegas usaram o recém-instalado Harps-N, uma réplica do Harps que está instalado em La Silla, no Chile, voltada para o céu do hemisfério Norte.
Esses instrumentos permitem medir o puxão que o planeta provoca em sua estrela pela ação gravitacional, o que dá a possibilidade de estimar a massa. O primeiro grupo estimou a massa em 1,69 vez a da Terra. O segundo, em 1,86 vez. Os dois números são suficientemente próximos para que um sirva como confirmação de outro. Ambos foram publicados em artigos separados que saem na edição da amanhã do periódico científico “Nature”.
DENSIDADE GÊMEA
Ao dividir massa sobre volume, os cientistas obtêm a densidade. Como já sabiam o diâmetro (1,2 vez o da Terra) e agora obtiveram a massa, puderam calculá-la. O primeiro grupo chegou a 5,3 gramas por centímetro cúbico. O segundo, 5,57 gramas por centímetro cúbico. A densidade da Terra é de 5,52 gramas por centímetro cúbico.
Moral da história: temos aqui um planeta muito similar ao nosso, rochoso e com um núcleo predominantemente composto por ferro, orbitando uma estrela muito similar ao Sol — Kepler-78 é uma anã amarela, tipo G.
O que nos deixa apenas com o gosto amargo da órbita curta. Kepler-78b completa um ano em apenas 8h30. Para que se tenha uma ideia do que isso significa, durante o dia, sua estrela ocupa metade do céu, do horizonte até o zênite. E o calor acachapante inviabiliza a presença de vida.
Aliás, a órbita é tão curta que os astrônomos nem sabem explicar como o planeta pode ter ido parar lá. E estimam que ele não vá durar para sempre. As forças de maré produzidas pela estrela continuarão a encurtar sua órbita e a estressá-lo fisicamente, até que ele seja engolido pela estrela.  Os especialistas estimam que isso vá levar uns 3 bilhões de anos. A Terra, para efeito de comparação, tem 4,7 bilhões de anos de idade.
Kepler-78 fica a 400 anos-luz da Terra, na constelação de Cisne, e apesar de ser um planeta infernal traz boas notícias consigo: planetas com o mesmo perfil de composição da Terra devem ser bem comuns no Universo. O que anima os pesquisadores a buscar mundos similares em órbitas mais largas, que permitissem temperaturas amigáveis à vida.
Eu não duvidaria se até o final da década tivéssemos um punhado desses candidatos prontos para ter sua atmosfera sondada pelo Telescópio Espacial James Webb, o sucessor do Hubble, que deve ser lançado em 2018.
O melhor ainda está por vir!
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Entre Prometheus, Jesús e os Anunnaki



Tradução: Caminho Alternativo
Membros da expedição de “Prometheus” explorando uma estrutura do satélite LV-223. Da esquerda para a direita, o arqueólogo Charlie, a arqueóloga Elizabeth e o android David. (Imagem cortesía de Scot Free Productions)

Por Alain Brain
Embora pareça surpreendente, o argumento do filme “Prometheus” poderia estar inspirado nas investigações de Zecharia Sitchin que sustenta que seres extraterrestres chamados Anunnaki foram os criadores da vida na Terra. (Alerta: Se você ainda não viu o filme e pretende vê-lo, recomendamos que pare por aqui e que não continue lendo este artigo porque revelaremos alguns detalhes do argumento e poderíamos estragar a sua ida ao cinema.)
Como veremos neste artigo, as declarações de Ridley Scott, diretor do filme, deixam claro que o argumento de “Prometheus” está inspirado nas teorías que sustentam que foram os extraterrestres os que criaran ou semearam a vida na Terra e inclusive relacionam a Jesús com os alienígenas.

A nave “Prometheus”, batizada com esse nome em homenagem ao mito grego do mesmo nome. (Imagem cortesía de Scot Free Productions)

A ideia por trás do filme é que, há milhares de anos,  uma raça de seres extraterrestres introduziu no planeta Terra uma série de componentes genéticos com o objetivo de desenvolver vida inteligente. Logo, estes seres abandonaram o planeta rumo a um novo destino. No ano 2093, um grupo de arqueólogos terrestres basándo-se em algumas representações artísticas das culturas antigas conseguiram decifrar que constelação espacial e sistema planetário poderiam ter ido estes seres e decidem ir buscá-los.
Não é difícil perceber que a ideia de que algumas representações artísticas das culturas antigas parecem ser um mapa estelar está inspirada nas investigações de Zecharia Sitchin sobre os sumérios e seus deuses, os Anunnaki. Especificamente, a ideia poderia estar inspirada na análise que Zecharia Sitchin faz do cilindro-selo sumério VA-243 que podemos apreciar abaixo. ( Se desejar ler mais sobre este selo clique aqui)

Cilindro-selo sumério VA-243 que, segundo Zecharia Sitchin, mostra a existência e localização do planeta Nibiru, do qual teriam vindo os deuses sumérios conhecidos como os Anunnaki.

Dentro das investigações de Zecharia Sitchin, encontramos algo ainda mais parecido a um mapa estelar: o famoso planisfério K8538. Segundo Sitchin, este planisfério é um mapa que mostra a rota que seguiram as naves Anunnaki para chegar ao planeta Terra. (Se desejar ler mais sobre este planisfério clique aqui)

Detalhe de um dos segmentos do disco neo-asirio K8538. Na parte superior podemos ver a tradução de Zecharia Sitchin e na parte inferior o segmento original.

Quando a arqueóloga Elizabeth Shaw explica à tripulação da nave “Prometheus” que o mapa estelar se encontra repetido nas representações artísticas de várias das culturas da antiguidade, uma das imágens apresentadas como evidência é um cilindro-selo sumério, onde se lê claramente: “Assentamento inicial sumério, baixo Eridu” (ver imagem abaixo). Eridu não é um nome inventado pelos produtores do filme “Prometheus”. Eridu é o nome de uma das cidades mais antiguas do mundo, localizada no sul da Mesopotâmia e construída ao redor de 5,400 a.C.
Segundo um documento denominado a “Lista suméria de reis”, Eridu foi a primeira cidade no mundo. A primeira linha deste documento diz: “Quando o reinado desceu dos céus, o reinado se estabeleceu em Eridu.

Ao fundo aprecia a cena em que Elizabeth Shaw mostra os “mapas estelares” das culturas antigas. À direita uma representação claramente inspirada na cultura suméria. Abaixo direita, se lê “early Sumerian settlement lower Eridu” (“Assentamento inicial sumério, baixo Eridu”) (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Nessa mesma reunião, entre a arqueóloga Elizabeth Shaw e a tripulação da nave “Prometheus” se mostra outra imagem com rasgos que poderão qualificar-se como sumérios que inclui o que parece ser uma representação do Deus Sol Shamash.

Nesta imagem podemos ver outra representação com traços sumérios, ou em todo caso, com traços que pertenecem às culturas que se desenvolveram na Mesopotâmia. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Ainda há mais conexões sumérias.
Um dos momentos mais impactantes do filme é quando os exploradores descobrem uma cabeça gigante esculpida numa das paredes do que parece ser um templo. A escritura que adorna a cabeça é muito parecida à escritura cuneiforme suméria (ver imagem abaixo).

Comparação entre uma tábua suméria com escritura cuneiforme (abaixo) e a escritura encontrada na cabeça gigante (acima). (Imagen cortesía de Scot Free Productions)

A escritura que os exploradores encontram nas paredes da estrutura extraterrestre também é muito parecida à escritura cuneiforme suméria (ver imagem abaixo).

As paredes da estrutura extraterrestre que a equipe de “Prometheus” encontra no satélite LV-223 estão escritas no que parece ser escritura cuneiforme. (Imagem cortesía de Scot Free Productions)

Por último, o android David percebe que a única forma de ativar a nave extraterrestre é tocando uma melodia numa pequena flauta (ver imagem abaixo). Embora muitas das culturas antigas tivessem um certo conhecimento musical, a cultura suméria é a primeira que desenvolveu um sistema de notação musical chegando a compôr algumas melodias para vários instrumentos.

O android David antes de utilizar a flauta (círculo vermelho) para ativar a nave extraterrestre. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Estamos perante uma versão cinematográfica dos Anunnaki?
O argumento do filme “Prometheus” incluiu vários elementos sumérios que nos indicam que aqueles que escreveram o enredo conheciam as teorías sobre os Anunnaki e o planeta Nibiru. O fato de que a palavra Anunnaki não seja mencionada pode ser uma questão de tempo, já que poderiam mencionar na segunda parte, ou então os roteiristas tenham decidido se referir aos Anunnaki indiretamente. Em todo caso, não temos certeza de que os “engenheiros” são os Anunnaki porque a história ainda não foi desenvolvida o suficiente.
Vale ressaltar que se Hollywood colocou esta ideia na tela dos cinemas é porque cada vez mais existem mais pessoas que duvidam da história oficial ou a que nos contaram. O mesmo Ridley Scott confirmou que o filme está inspirado nas teorías que sustentam que as civilizações antigas foram visitadas por seres que chegaram do espaço:
A NASA e o Vaticano estão de acordo em que é quase matemáticamente impossível que estemos onde estamos agora sem ter recebido uma pequena ajuda no caminho. Isso é o que contemplamos no filme, contemplamos algumas das ideias de Erich Von Daniken sobre nossas orígens. Um de seus livros mais famosos foi “Carros dos deuses”. Todos pensavam que estava louco porque afirmava que a humanidade era a criação dos deuses. Se você se remontar ao século XIX, no tempo de Darwin, e se contemplar as ideias de Darwin, a tese darwiniana, que parece muito lógica, logo você vai além e olha mais matemáticamente para a viabilidade de que estemos sentados aqui, estou falando com você e tenho esta coisa (levanta seu celular) que parece saida de “Viagem nas estrelas”. Há trinta anos você não imaginaria que esta coisa poderia existir.


Ridley Scott, o diretor do filme “Prometheus” fez uma série de controversas declarações sobre as orígens da espécie humana. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Não é necessário muito esforço para perceber que se Ridley Scott faz uma afirmação como a anterior, onde envolve o Vaticano e a NASA, possui os estúdios cinematográficos apoiando o que diz. Ou seja, têm a permissão dos estúdios para dizer isto. Em Hollywood muito dinheiro circula e um comentário desafortunado do diretor de um filme pode gerar recusa no público e converter o filme num fracasso de bilheteria. Os filmes são antes de tudo grandes negócios e ninguém está disposto a perder dinheiro porque o diretor começou a falar besteiras.
Então, para os empresários de Hollywood, a ideia de que fomos criados por extraterrestres possui uma ótima acolhida no público e por isso não existe o temor de que comentários como os de Ridley Scott prejudiquem o êxito do filme “Prometheus”.
Sigamos com as declarações de Ridley Scott:
As coisas mudaran tão dramáticamente que podemos começar a contemplar a ideia de que toda nossa história pode estar errada. Agora existe uma mudança de atitude por parte da NASA, a igreja e inclusive Stephen Hawking. Nos últimos trinta anos, temos passado de ‘é muito improvável que exista alguém mais em nossa galáxia’ a admitir que provávelmente existem milhares de formas diferentes de vida em nossa galáxia. Acredito que Hawking disse ‘esperemos que não nos visitem’ e creio que a igreja também admitiu que não seria contra a palavra de Deus aceitar que existem outras formas de vida nesta galáxia. Quém nos ajudou? Quém tomou as decisões corretas? Quém esteve empurrando e trabalhando para nos ajustar? Essa é uma pergunta justa.


O android David consegue ativar o controle de voo da nave extraterrestre e percebe que estava programada para dirigir-se à Terra. O que sustenta em suas mãos é uma representação holográfica da Terra. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Um dos aspectos do filme que mais a relaciona con a ideia de que os extraterrestres foram os que semearam a vida na Terra é a primeira cena. Nela aparece um destes seres extraterrestres,  denominados como os “engenheiros” pelos arqueólogos terrestres, de pé à beira de uma grande catarata. O “engenheiro” abre uma pequena caixa, bebe um líquido e começa a desintegrar-se. Seus restos caem na catarata.
Segundo Ridley Scott, este é um ritual através do qual os “engenheiros” semeiam a vida nos planetas que viajam, o líquido faz com que seu corpo se desintegre e se una à matéria orgânica do planeta, anos depois esta substância gerará vida:
A sequência no início do filme é fundamentalmente criação. É uma doação, no sentido que o peso e a construção do DNA destes extraterrestres está além do que podemos imaginar. Pode ser qualquer lugar, ou qualquer planeta. Tudo o que está fazendo (o engenheiro) é atuando como um jardineiro no espaço. A planta é a vida, de fato, é a desintegração de si mesmo.

Imagem extraída da sequência onde o “engenheiro” se desintegra e cai na catarata depois de beber um estranho líquido. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

A ideia de que um organismo extraterrestre poderia ter chegado à Terra para semear a vida foi explorada pelo Prêmio Nobel de Medicina e co-descobridor do DNA, Francis Crick, sob o nome de Panspermia.
O problema é que no filme percebemos que os “engenheiros” pensavam destruir a humanidade. Enquanto a expedição da nave Prometheus explora o planeta dos “engenheiros”, o android David descobre que estes seres extraterrestres pensavam regressar ao planeta Terra (ao redor do ano 93 d.C.) equipados com uma letal arma biológica. A pergunta que muitos fazem é; por que estes seres queriam nos destruir se foram eles os que nos criaram? A resposta a possui o diretor Ridley Scott:
Se olhar o cenário de nossos antepassados, há momentos em que que parecia que estávamos fora de controle, correndo com saias e armaduras, me refiro é claro ao Império Romano, e lhes foi permitido fazê-lo por quase mil anos, e você pode dizer, ‘enviemos a um de nossos emissários para ver se é possível deter isto’. E adivinhe, o crucificaram.


Esta imagem pertence à sequência inicial do filme mas não foi incluida no corte final. Nesta podemos ver que antes de que o “engenheiro” beba o líquido que o desintegrará ocorre um ritual onde participam outros de sua espécie. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Ficou claro, para Ridley Scott e companhia, Jesus foi um extraterrestre. Foi um dos “engenheiros” enviados à Terra para nos ensinar o caminho e nós, tão civilizadamente, não tivemos melhor ideia que crucificá-lo.
Se os “engenheiros” são ou não são os Anunnaki ou se Jesús foi também um Anunnaki não é o mais importante.
Para todos os que não estão de acordo ou não estão satisfeitos com a história como nos contaram, o filme “Prometheus” é um pequeno triunfo que nos indica que cada vez mais pessoas estão duidando da versão convencional da história do mundo antigo. É um grande passo adiante que o filme “Prometheus” se adere abertamente à teoria que sustenta que a vida na Terra foi criada por seres extraterrestres e que, ademais, apoie indiretamente a ideia de que os sumérios provávelmente tiveram contato com civilizações extraterrestres.
“Prometheus” nos leva às perguntas transcendentais da vida mas desde uma perspectiva que não está encadeada a nenhum dos paradigmas de turno. Ridley Scott assegura que a continuação de “Prometheus”, se for feita, tratará de responder a essas perguntas:

Outra sequência da cena inicial que não foi incluída no corte final do filme. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

“Prometheus” nos leva às perguntas trascendentais da vida mas desde uma perspectiva que não está encadeada a nenhum dos paradigmas de turno. Ridley Scott assegura que a continuação de “Prometheus”, se for feita, tratará de responder a essas perguntas:
Bom, desde o início, eu estava trabalhando com uma premisa que me levava a uma continuação. Realmente não quero conhecer Deus na primeira parte. Quero deixar aberto a Elizabeth Shaw quando diz ‘Não quero voltar ao lugar de onde eu vim, quero ir ao lugar de onde eles vieram’ .
Quém nos criou? Por que estamos aqui? Ou, quém é Deus? São reflexões que nos presenteia “Prometheus” se conseguirmos olhar além dos efeitos visuais, as explosões e as acrobacias de ação.
O robô David interpretou uma melodia numa pequena flauta e conseguiu ativar a nave dos “engenheiros”,  Os Divulgadores temos a esperança que a melodia que ouvirão a continuação tenha o mesmo efeito em suas mentes. Esta melodia pertence ao ano 1,400 a.C. e foi encontrada escrita em tábuas de barro na antiga cidade Síria de Ugarit. Seu nome é “Hino Hurriano Nº 6″ e é a composição musical escrita mais antiga que conhecemos.

Os humanos não são originários da Terra, diz especialista


Humanos não são da Terra
Os Humanos Não São da Terra.
Um ecologista estadunidense tem alegado que nós humanos não somos da Terra, mas fomos colocados no planeta por alienígenas há milhares de anos.
Em seu livro, o Dr. Ellis Silver aponta a um número de características fisiológicas que dão apoio ao seu caso do porque dos humanos não terem evoluído ao lado de outra vida na Terra.  Elas vão desde o fato de humanos sofrerem de dores nas costas (o que ele sugere é devido a termos evoluído em um mundo com menor gravidade) até aos fatos de ficarmos facilmente queimados pelo Sol e termos dificuldades em partos).

O Dr. Ellis diz que, pela maior parte, apesar do planeta dar conta das necessidades humanas, a Terra talvez não sirva para interesses da espécie tanto quanto imaginavam os alienígenas que aqui nos depositaram.  Em seu livro, ‘Humans are not from Earth: A Scientific Evaluation of the Evidence’ (‘Humanos não são da Terra: Uma Avaliação Científica da Evidência’ – trad. livre n3m3) o ecologista escreve que a raça humana possui defeitos que a caracteriza como não sendo deste mundo.
A raça humana é supostamente a espécie mais avançada no planeta, todavia ela é surpreendentemente inapropriada e má equipada para o ambiente da Terra: prejudicada pela luz solar, um gosto desfavorável aos alimentos que naturalmente ocorrem aqui, taxas ridiculamente altas de doenças crônicas e mais“, ele disse em entrevista.
O ecologista diz que os humanos podem sofrer de problemas nas costas porque evoluíram num mundo com uma gravidade menor.  Ele também diz que é muito estranho o fato das cabeças dos bebês serem muito grandes, assim tornando difícil o parto, podendo resultar em fatalidades para as mães e para os bebês.  Nenhuma outra espécie tem estes problemas, diz ele.
Além disso, ele também acredita que os humanos não foram projetados para ficarem expostos ao Sol, como aqui na Terra, pois não podem ficar banhando ao Sol por mais de uma ou duas semanas – diferentemente de um lagarto – e não podem ficar expostos ao Sol o dia todo sem terem problemas.
O Dr. Ellis também alega que os humanos estão sempre doentes e isto pode ser devido aos ‘relógios biológicos’ dos nossos corpos terem evoluído para esperarem um dia de 25 horas, como já foi provado por pesquisadores.
Esta não é uma condição moderna; os mesmos fatores podem ser traçado desde o começo da história humana na Terra“, diz ele.  Ele sugere que o homem Neanderthal, tal como o Homo erectus, foram um cruzamento com outras espécies, talvez de Alfa-Centauro, que é o sistema estelar mais próximo do nosso sistema solar, a aproximadamente 4,37 anos luz de distância.  De acordo com o Dr. Ellis, as pessoas sentem que não pertencem a este planeta.
Isto sugere (pelo menos para mim) que a raça humana possa ter evoluído num planeta diferente, e que um dia podemos ter sido trazidos aqui como um espécie em desenvolvimento.  Uma razão para isto… é que a Terra possa ser um planeta prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta, e estamos aqui até que aprendamos a nos comportar“, ele disse.
Para o Dr. Ellis, a intenção do seu livro é a de criar um debate, ao invés de ser um estudo científico e ele espera que irá levar as pessoas a contatá-lo com mais sugestões para ‘evidência’.
Embora outros cientistas dizem que algumas bactérias vieram para a Terra do espaço, Chris McKay, um astrobiólogo da NASA, disse que chegar à conclusão de que elas sejam vida alienígena é um “salto enorme“.  Já, o Professor Wainwright, da Universidade de Sheffield, planeja investigar mais a fundo a tese da vida ter vindo de fora e acredita que ela está constantemente chegando do espaço, e não é oriunda da Terra.
O Dr. Ellis diz que, apesar de sua ideia ser uma evolução extrema da tese da vida ter vindo de fora do planeta, a intenção dele é a de provocar as pessoas a pensar e ele alega ter tido uma reação altamente positiva sobre sua tese.
A minha tese propõe que a raça humana não evoluiu como parte da linhagem de vida [natural deste planeta], mas evoluiu em algum outro lugar e foi transportada para Terra, como Homo sapiens, completamente evoluído, entre 60.000 e 200.000 anos atrás“, diz ele.
Um fato interessante é que esta última declaração do Dr. Ellis coincide com o nosso artigo anterior publicado aqui no OVNI Hoje: Antiga Metrópole é Encontrada na África.
Realmente dá o que pensar.
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