sexta-feira, 24 de março de 2017

O Mistério dos Sumérios



Os primeiros registros dos sumérios remontam mais de 3.000 anos antes de nossa era. Sua origem ainda permanece desconhecida. O que sabemos no entanto, é que os Sumérios possuíam uma cultura superior, plenamente desenvolvida, a qual impunham aos semitas, em parte ainda bárbaros.
     Quanto aos seus deuses, estes os procuravam nos cumes da montanhas, ou, quando não haviam montanhas onde se encontravam, faziam aterros formando morros artificiais.

     Conhecimentos e Tecnologia


     A astronomia suméria era extremamente avançada. Seus observatórios eram capazes de obter cálculos do ciclo lunar que diferiam somente 0.4 segundos dos nossos cálculos atuais. Foi encontrado também, na colina de Kuyundjick (a antiga Nínive), um cálculo com impressionantes 15 casas, com resultado final igual a 195.955.200.000.000. Os gregos, no auge de seu saber, não se atreveram a ultrapassar o número 10.000, considerando tudo o que passasse deste valor como infinito.
     Na cidade de Nipur, a 150 quilômetros de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 placas de barro com inscrições cuneiformes.

     Suas tábulas de argila contém informações preciosas sobre o Sistema Solar. O mais impressionante são os dados sobre Plutão – planeta só (re)descoberto em 1930! Eles possuíam conhecimentos sobre o tamanho, composições químicas e físicas de Plutão e afirmavam que este era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou nova órbita. A Lua era por eles chamada de “pote de chumbo” e diziam que seu núcleo era uma cabaça de ferro. Durante o programa Apollo, a NASA confirmou estes dados…

     Idades Avançadas



     Segundo os escritos cuneiformes encontrados, os sumérios conseguiram alcançar idades fantásticas. Segundo estes escritos, os dez primeiros reis governaram, no total, 456.000 anos e os vinte e três reis seguintes, 24.510 anos, 3 meses e 3 dias e meio – período o qual trouxe muitos aborrecimentos a estes reis, ocasionados pela era pós-dilúvio, tempo de reconstrução geral.

     O Dilúvio Segundo os Sumérios: Influência Extraterrestre?

     Reza um escrito cuneiforme sumério: “E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu…”



     Este trecho, de uma das placas encontradas, faz parte da mais antiga descrição do dilúvio que temos conhecimento. Mais antiga até que o poema épico de Gilgamés.

     Na mais antiga das placas até hoje encontradas, o “Noé” dos sumerianos chamado Ziusudra, morava em Shuruppak e lá construiu sua arca. Os sumérios foram edificando ao longo dos séculos torres, pirâmides e casas com todo o conforto para seus “deuses” a quem ofereciam sacrifícios enquanto aguardavam o regresso – e a cada cem anos eles retornavam.

     Seria possível que seres extraterrestres tivessem descido nesta região da terra, passado um pouco de seus conhecimentos para os sumérios e de tempos em tempos voltassem para saber como estavam seus “pupilos”? Isso explicaria a fantástica vida dos reis sumérios e sua incrível tecnologia.
      Na tradução das placas de barro sumérias encontradas, diz-se que a Terra teve origem extraterrestre, através da colisão de dois corpos celestes. Parte dos destroços caíram aqui e no outro corpo celeste chamado Nibiru.

     Os sumérios acreditavam que seus deuses vieram deste planeta – “o décimo segundo planeta” – que completa uma volta ao Sol a cada 3.600 anos.

     A história diz ainda que após 35 milhões de anos, Nibiru corria risco de se acabar totalmente, então, como a Terra era o único planeta com condições favoráveis para a sua sobrevivência, fizeram misturas genéticas entre os primatas e a sua espécie. Esta mesma história conta que estes eram seres humanóides gigantes que, com o passar do tempo, misturaram-se com os humanos, gerando assim novas raças e etnias: os “filhos dos deuses”.
     Estas plaquetas também contém advertências dos ET’s sobre as calamidades que o planeta iria passar. Segundo estas advertências, o planeta Nibiru passaria muito perto da Terra, fazendo com que a atração gravitacional dos dois planetas provocasse um cataclisma.

     Investigando a mitologia sumeriana e algumas plaquetas e quadros acádicos, temos que os “deuses” sumerianos não tinham forma humana, e o símbolo de cada um dos deuses era invariavelmente ligado a uma estrela. Nos quadros acádicos, as estrelas estão reproduzidas assim como desenharíamos hoje. O singular porém, é que estas estrelas são rodeadas de planetas de diversos tamanhos. Como poderiam saber os sumérios que uma estrela possui planetas?

     Os “Deuses” Sumerianos

    Os deuses sumerianos correspondiam a estrelas / astros. Seu deus supremo, Marduk (Marte), segundo o que se sabe, teve construída em sua homenagem, uma estátua em ouro puro, de oitocentos talentos de peso; isso correspondia a uma imagem de 24 toneladas de ouro puro!



     Ninurta (Sírio) era o juiz do Universo. Este pronunciava sentenças sobre os mortais. Há placas com inscrições dirigidas à Marte, Sírio e às Plêiades.

     Suas descrições sobre as armas utilizadas por estes deuses para combater os inimigos, nos remontam a bomba atômica! Foram encontrados desenhos e até uma maquete de uma residência assemelhando-se a um abrigo anti-atômico pré-fabricado, redondo e tosco e com uma única entrada estranhamente emoldurada. Por que e como um povo de mais de 3 mil anos iria construir um abrigo anti-aéreo?

     Curiosidades Encontradas nas Terras do Sumérios


- Em Geoy Tepe, desenhos espirais, uma raridade há 6 mil anos;
- Em Gar Kobeh, uma indústria de pederneiras, a qual se atribuem 4 mil anos de idade;
- Em Baradostian, achados idênticos com idade provável de 30 mil anos;
- Em Tepe Asiab, figuras, túmulos e instrumentos de pedra com data anterior a 13 mil anos passados;
- No mesmo local foram encontrados excrementos petrificados de origem desconhecida (não humana);
- Em Karim Schair encontraram-se buris e outras ferramentas;
- Em Barda Balka, foram desenterradas ferramentas e armas de pederneira;
- Na caverna de Schandiar foram encontrados esqueletos de homens adultos e de uma criança, que datam cerca de 47 mil anos, conforme avaliação realizada pelo processo de C-14.

      Conclusão



     Estas são somente algumas descobertas feitas no espaço geográfico de Súmer. Temos então que a cerca de 40 mil anos, na região de Súmer, vivia um aglomerado de seres humanos primitivos. De repente, por motivos até agora desconhecidos (ou não divulgados) pela nossa ciência, lá estavam os sumérios com sua astronomia, cultura e técnicas.

      Fontes:

Os Sumérios na América – A História que Mudará a Estória



Venho estudando os Sumérios e sua influência na história da Civilização por alguns anos, inclusive organizando trabalhos de campo no interior do Estado de São Paulo para identificar a presença deste povo em nosso território. Não tenho feito isso de forma aleatória e sim seguindo os rastros de um estudioso autor chamado Frei Fidélis, que utilizava o pseudônimo de Peregrino Vidal, e o texto que formulei para o blog Ab Origine vem demonstrar as evidências da presença deste povo na América.

Algumas teorias sobre a origem da civilização Suméria são muito polêmicas, e este texto vem comprovar que estas teorias têm bastante ou todo sentido. Quando falo em polêmicas, estou falando de Zecharia Sitchin, escritor que vem sendo atacado pelas frentes céticas de desinformação, e que têm levado pessoas a acreditar que este senhor é um charlatão, sem ao menos ler uma única palavra dos estudos do autor.

A notável capacidade dos Sumérios como construtores da primeira civilização conhecida pelo homem vai mais além do que possamos imaginar, e tenho a impressão de que esta civilização foi formada por pessoas muito mais capacitadas do que simples homens primitivos sem qualquer conhecimento técnico, ou simplesmente eram homens primitivos que foram auxiliados por seres mais capacitados, e os Sumérios acreditavam na segunda opção.

Acredito que esse povo foi responsável pelo progresso técnico da época, influenciando e criando civilizações por todo globo terrestre. Dezenas de autores como Samuel Noah Kramer e Zecharia Sitchin descrevem sobre o notável conhecimento Sumério em navegação, sendo que eles possuíam mais de cem verbetes relacionados com os tipos de barcos existentes e mais aproximadamente setenta verbetes que tratam da construção destes e equipamentos. Outro conhecimento importante para navegar grandes distâncias é astronomia, e os Sumérios eram especialistas nisso.

A estória que nos é contada fala sobre o “Descobrimento da América” por Cristovão Colombo, o que é ridículo, já que a “America” sempre esteve lá e era vastamente habitada. O que os “descobridores” vieram fazer aqui foi matar, escravizar, explorar, roubar e destruir as civilizações que aqui existiam. Esses “descobridores” também foram responsáveis pela destruição de monumentos, oráculos e documentos de uma antiga civilização mais brilhante do que a modesta européia. Foram responsáveis por modificar antigas histórias contadas pelos nativos, transformando-as em mitos cristãos.

Hoje é sabido e pouco divulgado que outras civilizações estiveram e colonizaram o ocidente. Os Vikings estiveram no Canadá, Os Fenícios em várias partes da América (assunto que trataremos), talvez troianos, cartagineses, gregos e uma lista infindável de povos.

O conhecimento que a civilização contemporânea tem sobre os Sumérios é muito novo, pois ficaram totalmente esquecidos até o século XIX, e até este século os historiadores acreditavam que o berço da civilização era a Grécia, mesmo que Heródoto e outros autores gregos descrevessem sobre a superioridade e antiguidade do Egito. Estudos práticos do antigo Egito também iniciaram-se no século XIX, o que comprova que sabemos pouco sobre eles.

Vamos esquecer um pouco da estória que somos forçados a acreditar, que nos fala de povos primitivos que regavam suas plantações com baldes e vamos embarcar na verdadeira história desta civilização altamente desenvolvida que surgiu as margens do rio Tigre e Eufrates: os Sumérios colonizaram a América há 5.000 anos.

Fuente Magna ou Pedra Rosetta das Américas

Um grande recipiente/vaso de pedra, nomeado Fuente Magna ou Pedra Rosetta das Américas, foi encontrado na área do lago Titicaca, Bolívia, cerca de 80 km de La Paz, na propriedade da família Manjón, por um camponês no final da década de 50 do século XX. Este achado arqueológico foi resgatado e restaurado pelo arqueólogo boliviano Don Max Portugal Zamora, que intitulou o vaso comoFuente Magna, e neste objeto foram encontradas inscrições de origem Sumério-Acadianas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD).

O magnífico achado não foi mostrado até começarem as investigações, tendo ficado desconhecido até o ano 2000 (passaram-se 40 anos!). De forma impressionante o sítio arqueológico não foi objeto de investigação até a chegada dos arqueólogos Bernardo Biadós Yacovazzo e Freddy Arce, que acabaram fazendo mais descobertas.

Os dois arqueólogos nomearam o recipiente como Pedra Rosetta das Américas, e segundo relatos do antropólogo Mario Montano Aragon o local tem sido investigado com restrições, com acompanhamento de dois Prefeitos locais, mesmo o trabalho não tendo financiamento estatal.

Em nota os investigadores acrescentam os itens mais importantes do trabalho que realizam:

1- Estamos lidando com um objeto feito de acordo com as tradições da Mesopotâmia;

2- Eles contêm dois textos: um em escrita cuneiforme e outro em língua semítica da região do Sinai, de possíveis influências cuneiforme;

3- De acordo com os símbolos utilizados é um objeto que, evidentemente, pertence ao período de transição entre a escrita ideográfica e cuneiforme.

4- Cronologicamente, isto nos leva à 3500/3000 A.C., o período sumério/ acadiano.

Sr. Maximiliano
Quando os investigadores chegaram ao local onde foi encontrado o objeto tiveram sérias dificuldades para localizá-lo, pois ninguém conhecia a antiga família Manjón, que tivera suas terras trocadas pelo GeneralArmando Escobar Uria, para que as investigações de Max Portugal Zamora pudessem ser feitas a contento. Fica evidente que na época do achado, Don Portugal teve toda a proteção do Estado para que fizesse o seu trabalho. Altamente misterioso foi o “abandono” e a “ocultação” dos estudos por tantos anos. 

Para superar as dificuldades contaram com a ajuda do ancião Maximiliano de 98 anos, que foi o único a reconhecer a foto do vaso que a equipe carregava, ao qual chamou de "El Plato del Chancho". O mais impressionante foi o relato do ancião, que disse existirem vários pratos com inscrições parecidas que foram retiradas do local. O ancião demonstrou o exato local aonde foi extraída a Fuente Magna.

Monólito de Pokotia
Uma estátua de quase 2 metros foi descoberta por um grupo de pesquisadores (entre eles os arqueólogos resgataram a Fuente Magna, Bernardo Biados e Arce Fraddy) em 04 de janeiro de 2002. O incrível monólito tem inscrições de origem Sumérias e Semíticas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD)

Foram encontradas inscrições na parte da frente e de trás das pernas do monólito, sendo que as decifrações sugerem que o Monólito foi utilizado como oráculo Putaki (Pai da Sabedoria) pelos habitantes da região do Titicaca, ou talvez por vários povos da América do Sul.

Lembrando a todos os leitores que essa região, mais precisamente a cidade perdida de Tiahuanaco, situada a mais 4000 metros de altitude, com blocos esculpidos de arenito de mais de 100 toneladas, e um calendário extraordinário chamado Porta do Sol, foi popularizada pelo polêmico escritor Erich Von Daniken, no livro Eram os Deuses Astronautas?

O oráculo foi utilizado, segundo o Dr. Clyde Winters, “para adivinhar o futuro, comunicação com os deuses ou ancestrais, ou simplesmente obter notícias e bênçãos.”



Estudos comprovam

As descobertas dos pesquisadores na Bolívia vão de encontro a alguns estudos que sugerem a presença dos Sumérios e outros povos do antigos Oriente Médio na América do Sul.

1) Segundo os estudos de A.H. Verril e R. Verril, do livro Americas ancient civilizations (New York: Putnam, 1953), e de J. Bailey Sailing do livro Paradise, (New York: Simon & Schuster, 1994), afirmam que o lago Titicaca pode ter sido chamado de Lago Manu pelos Sumérios.

2) Segundo Verrills Bailey, os Sumérios chegaram aos Andes em busca de estanho. Ele sugere que os Sumérios partiram em direção a América a qual chamavam de “Terra Tin do Ocidente” ou “Terra do Sol” (lembrando do monumento Porta do Sol). Diz também que Potosi, grande centro na Bolívia, está ligado ao Sumério Patesi ou “sacerdote rei”.

3) A palavra Inca pode ser traduzido para En-ka (Grande Senhor), e pode ser referência a En-Ki (Senhor da Terra), epíteto de Ea, o deus das águas Sumério (EA/Enki era o deus das águas doces, filho de Anu, senhor do céu. Por que água doce? Porque água tinha o mesmo significado de sabedoria e conhecimento. Sendo assim era muito mais que o deus das águas, era o deus do conhecimento, o mais sábio, portando os segredos da vida e da morte, vide a postagem O Mistério das Serpentes Voadoras).

4) Mario Montano encontrou evidências lingüísticas surpreendentes que indicam um substrato sumério nas línguas Aymara e Quéchua. Essas línguas são faladas no Peru e Bolívia.

5) Foi publicado no blog que os deuses Sumérios vieram ao Planeta Ki (Planeta Terra) em busca de minérios, incluindo Nazca. (A Origem da Raça Humana – Mineiros Escravos na Coleta de Ouro). Evidências lingüísticas apóiam que os Sumérios que estiveram na América do Sul eram mineiros. Cobre em Sumério é urudu, e na língua Aymara é yawri é cobre e ouri significa ouro. A semelhança nos termos sugere que os Sumérios foram os primeiros a explorar metais naquela região.


6) A presença de termos sumérios na língua Aymara, e escrita sumérias sobre a Fuente Magna e na estátua Pokotia torna óbvio que a civilização suméria era anteriormente difundida na América do Sul.

Sumé e o Caminho Peabirú

O Caminho Peabirú é uma rede de antigas estradas na América do Sul a qual os Incas utilizavam para chegar até o oceano atlântico, em território brasileiro. Esse caminho vai de Cuzco a São Vicente, sendo que projetos de grandes estradas no Estado de São Paulo, como a Castelo Branco, foram estruturados por esse caminho. De Potosi (Patesi em Sumério) a Santa Catarina e outras ramificações que passam por Peru, Bolívia, Paraguai e Brasil.

Segundo os nativos esse caminho foi construído pelo civilizador Sumé ou Xumé, ao qual os jesuítas posteriormente alegaram ser São Tomé. A versão nativa diz que Sumé era um homem barbudo, branco que veio sobre as águas. Os deuses Sumérios e seus reis híbridos são retratados com grandes barbas e eram excelentes navegadores. É evidente que o caminho não foi construído por um homem e sim por vários, sendo que Sumé representa um povo de homens brancos e barbados.

Outra evidência é o próprio nome Peabiru, um termo Sumério popularizado por Zecharia Sitchin foi Nibiru ou Nibru. Este termo foi utilizado em muitas tábuas Sumérias, Acadianas, Assírias e Babilônicas. Uma das tábuas que trata do assunto é “Jornada de Enki a Nibru/Nibiru”.

Outro termo que se encaixaria perfeitamente nos idiomas do Oriente Médio é Habiru ou Apiru que era o nome dado pelos Sumérios aos nômades, imigrantes e migrantes que saiam de suas terras para trabalhar. Fica óbvio que esta descrição se encaixa exatamente com a de trabalhadores mineiros imigrando para América do Sul.

Sem querer fazer qualquer tradução, demonstro de forma prática que o nome do caminho é mais uma evidência lingüística da ligação entre os nativos do continente americano e os Sumérios, mais precisamente entre Incas (En-ka) e Sumérios.

Obs: Caso queira saber mais sobre o Caminho Peabirú acesse o texto escrito pela minha amiga e colaboradora Diana: http://claringlobal.blogspot.com

Sumérios e seus descendentes no Brasil

Alguns estudos já foram feitos no Brasil sobre a influência de civilizações oriundas do oriente médio em nosso território. Esses estudos tiveram duas linhas: a primeira linha trata da presença de colonizadores Fenícios no norte e nordeste do Brasil, estudos feitos por Bernardo de Azevedo da Silva Ramos e Ludwig Schwenhagen. A segunda linha é sobre a presença da civilização Suméria na América, mais precisamente no Estado de São Paulo, por Peregrino Vidal, pseudônimo utilizado por Frei Fidélis.

O arqueólogo Bernardo de Azevedo coletou mais de 1500 fotos reunidas no valioso, enorme e raro livro Inscrições e Tradições da América Pré-histórica, que propunha através de larga análise epígrafe e de inscrições rupestres a colonização de Fenícios e Gregos no norte e nordeste brasileiro. Os seus estudos se deram principalmente no Estado do Amazonas. 

O austríaco Ludwig Schwenhagen escreveu o livro Antiga História do Brasil – de 1100 a.c. a 1500 d.c. . Nele reúne fotos, desenhos e evidências lingüísticas que comprovam a presença de Gregos e Fenícios no Norte e Nordeste brasileiro. Pesquisou uma área chamada Sete Cidades, a qual disse não ser uma formação rochosa e sim uma Fortaleza construída pelo homem. Também comprovou que muitos nativos se autodenominavam Caras, Cariri, Cari e etc, eram os Cários brasileirosprovenientes da Fenícia e Grécia. Os pagés chamavam os padres brancos portugueses de Cários. Outra evidência interessante é a palavra Oka (casa dos índios) é o grego Oeka, Oika, que também quer dizer casa. Exemplo a palavra Cari-oka, “Casa dos brancos” ou “Casa dos Cários”.

Sabidamente, os Fenícios eram descendente da civilização Sumério/Acadiana, assim como todos os povos daquela região. Os Sumérios e Acadianos influenciaram largamente a escrita, astronomia, religião, construção das cidades, leis, agricultura e principalmente a navegação dos Fenícios. Quando os Fenícios apontaram como uma potência marítima a civilização Sumério/Acadiana já estava perto do fim, ou seja, já tinha longos 4.000 anos.

Esquecendo um pouco dos Fenícios e voltando aos Sumérios, é necessário que falemos do grande visionário Frei Fidélis (Peregrino Vidal), nascido na cidade de Primiero, Trento-Itália, em 06 de janeiro de 1885, e brasileiro por opção. Este homem esteve setenta anos a frente do seu tempo, quando afirmou sobre a presença dos Sumérios na América “pré-histórica”. Conhecia com perfeição os idiomas Sânscrito, Italiano, Francês, Latim, Grego, Aramaico, Hebraico, Tupi, Guarani e Sumério/Acadiano, sendo especialista na origem das palavras. Estudou a presença dos Sumérios na América e traduziu toda a Bíblia (de forma subjetiva) para o idioma Sumério/Acadiano.

Escreveu ao todo 4 livros e fez muitos ensaios. Acreditava que América era Atlântida de Platão. Seus estudos estavam baseados em evidências linguísticas. Demonstrou que os nomes de algumas cidades do interior de São Paulo são de origem Suméria, inclusive o nome do Rio Tietê.

Três Pedras
O local dos seus estudos era na região do Gigante Adormecido, na divisa de Bofete, Pardinho e Botucatu, ao qual faz parte as Três Pedras, que ele acreditava ser um Templo Sumério. Em seus estudos Frei Fidélis afirmava que houve duas grandes imigrações provindas do Oriente, e que o idioma falado na América “Pré-histórica” era o Sumério/Acadiano.

André Luiz De Pierre
30 anos, casado, livre pensador
escritor e eterno curioso

NIKOLA TESLA afirmou ter visto Presente, Passado e Futuro ao mesmo tempo, em experiência de 1895


Em 1895, durante a realização de pesquisas com o seu transformador, Nikola Tesla teve suas primeiras indicações de que o tempo e o espaço poderia ser influenciados através da utilização de campos magnéticos altamente carregados que giram. 


Parte dessa revelação surgiu da experimentação de Tesla com frequências de rádio e transmissão de energia elétrica através da atmosfera. Simples descoberta de Tesla seria, anos mais tarde, levar ao infame experimento Filadélfia e os projetos de viagem no tempo Montauk. Mas mesmo antes de surgir estes programas militares ultra-secretos, Tesla fez algumas descobertas fascinantes sobre a natureza do tempo e as possibilidades reais de viagem no tempo.

Com esses experimentos em eletricidade de alta tensão e campos magnéticos, Tesla descobriu que tempo e espaço poderia ser violado, ou deformado, criando uma "porta" que poderia levar a outros tempos. Mas com esta descoberta monumental, Tesla também descobriu, através da experiência pessoal, os perigos reais inerentes com a viagem no tempo.

A primeira experiência de Tesla com a viagem no tempo foi em março de 1895. Um repórter do New York Herald escreveu o dia 13 de março, que ele se deparou com o inventor em um pequeno café, parecendo abalado após ser atingido por 3,5 milhões de volts, "Acho que você não vai me achar um companheiro agradável esta noite” disse Tesla, “ O fato é que eu quase morri hoje. A faísca saltou três pés no ar e me pegou aqui no ombro direito. Se a minha assistente não tivesse desligado a corrente instantaneamente, poderia ter sido o meu fim. "

Tesla, em contacto com a ressonância da carga eletromagnética, encontrou-se fora de sua referência de janela de espaço/ tempo. Ele relatou que ele podia ver o passado, presente e futuro, tudo ao mesmo tempo. Mas ele foi paralisado dentro do campo eletromagnético, incapaz de ajudar a si mesmo. Sua assistente, desligando a corrente, salvou Tesla antes de qualquer dano permanente fosse feito. A repetição deste mesmo incidente ocorreria anos mais tarde durante o Experimento Filadélfia. Infelizmente, os marinheiros envolvidos foram deixados fora da sua referência de janela de espaço/ tempo por muito tempo com resultados desastrosos.

Experiências de viagem no tempo secretos de Tesla continuaram nas mãos de outros que não estavam tão preocupados com a humanidade como Tesla.

SHAMBALA E OS OVNIS

Shambala e os Ovnis


SALMO 48, V.S 2 e 3
Na cidade do nosso Deus. O seu nome santo, colina magnífica, é uma alegria para toda a terra. O lado norte do monte Sião é a cidade do grande Rei.



                             Pintura tibetana mostrando o rei do mundo em Shamballa

            A “lendária Shambala”, como Blavastsky a denominou em sua obra “A Doutrina Secreta”, é  uma cidade etérea situada no deserto de Gobi, sob o Himalaia, considerada a sede invisível dos mahatmas, uma fraternidade habitada pelos grandes mestres espirituais que logo após a submersão da terra de Mu no Oceano Pacífico, mudaram-se para lá.






 Uma lenda muito difundida entre os mongóis e tibetanos, fala-nos que a Cidade Secreta  foi fundada por deuses que vieram dos céus para trazer conhecimento ao homem. Shambala, corresponde a um vigoroso centro de energias altamente evolutivas e psicoespiriuais, um lugar onde encontram-se seres que atingiram uma dimensão superior. Localizada no centro da Terra, sobre os auspícios do Sol central,  de onde emanam todo conhecimento, cultura  e equilíbrio do planeta. Tais seres teriam uma estrutura atômica totalmente diferente da nossa, que lhes permite viver normalmente sob essas condições. Segundo algumas entidades místicas esse reino subterrâneo é composto por milhares de remanescentes da Atlântida, e da Lemúria ou Mu, como também do Império Inca, ramificando-se por toda a Terra.  Desta forma, a capital Shambala, é  por assim dizer, a origem de todas as religiões  e a terra natal dos arquitetos do planeta, possuindo uma estreita relação vital com a ciência do kundalini, na qual se baseiam todos os sistemas de autotransformação da humanidade. Seriam esses habitantes aqueles que segundo o profeta Isaías no cap.11, v.9, depositários da “Ciência do Senhor”. 







O homem encarnado como provam os cientistas modernos não conseguiria sobreviver nessas condições, pois a vida subterrânea descrita pelos monges hindus e tibetanos faz menção a uma vida imaterial que na realidade pode perfeitamente sobreviver dentro dessas vibrações. É também por seu intermédio é que refletem-se as mudanças dos ciclos da Terra e a aceleração do progresso espiritual da humanidade. Inúmeras tradições ao longo dos tempos fazem referência a essa cidade localizada em algum lugar especial do planeta. Na Grécia antiga era chamada de Monte Olimpo e de Campos Elísios. Também nos tempos védicos primitivos era chamada por vários nomes, tais como Ratnasanu (pico da pedra preciosa), Hermadri (montanha de ouro) e Monte Meru (lar dos deuses do Olimpo e dos Hindus). Na escandinávia esta cidade celestial, ficava na terra subterrânea de Asar, dos povos da Mesopotâmia. Era a terra de Amenti citada no Livro Sagrado dos Mortos, dos antigos egípcios. Assim como a cidade das Sete pétalas de Vishnu, e a cidade dos sete reis de Edom, ou éden da tradição judaica. Em outras palavras, era o paraíso terrestre. Os mongóis a chamavam de Erdami e os persas de Alberdi ou Aryana, terra dos seus ancestrais. Os astecas  a chamavam de Maya-Pan e os conquistadores espanhóis que vieram para a América acreditavam nas lendas a seu respeito que organizaram diversas expedições para procura-la chamando-a de El Dorado, ou cidade do Ouro. Para os celtas esta terra sagrada era chamada de Duat ou Dananda (terra dos mistérios), já os alemães a chamavam de Walhalla, os tibetanos a chamam de Shangrilá e os monges budista de Agharta. Na tradição chinesa ela aparece como Chivin ou Cidade das Doze Serpentes. É a terra dos Calcas, Calcis ou Kalki, a famosa Colchida, pela qual os argonautas procuravam o velocino de ouro. Na Idade Média referiam-se a ela como a Ilha de Avalon. Ela é considerada pelos ocultistas como a Terra Santa e protótipo de todas as cidades santas que se originaram e que recebem sua constate energia vitalizadora. Jerusalém, Delfos, e Benares entre outras,  são reflexos materiais de sua atuação e sua influência espiritual. Desta forma, a teofista Alice Bailey, acentua: “Shambala  é o centro vital de consciência planetária”. Esse centro sagrado na Terra, sendo a origem de muitas religiões, naturalmente encontra-se referenciado em muitas delas. Civilizações  tradicionais freqüentemente situavam Shambala, como uma montanha sagrada não em sua própria terra, mas no longínquo norte. No Egito, por exemplo Set e Horús eram deuses da estrela do norte. Na Bíblia ela aparece em várias citações: Salmo cap. 48, v 2 da Bíblia, o Monte Sião é inexplicadamente chamado de “monte Sião, no longínquo norte”. No livro de Henoc no cap. XXXIII lemos: “Depois dirigi-me para o setentrião, para os limites da Terra. E lá, nos confins do mundo, vi um prodígio grande e magnífico. Vi as portas do céu, abertas. Havia três delas distintas. Por elas saíam os ventos do norte, pai do frio, do granizo, do gelo, do orvalho e da chuva.”Em Isaías cap. 14, v.13, denunciando a arrogância do rei da Babilônia, o profeta declara: ”E, no entanto, dizias teu coração: “Hei de subir até o céu, acima das estrelas de Deus colocarei meu trono, estabelecer-me-ei na montanha da Assembléia, nos confins do norte.” Já  Ezequiel, cativo no Babilônia, viu numa visão(cap. 1 vs. 1 a 28) o carro do Senhor(Ovni) vindo de Sião, na Terra Santa ao sul, mas do norte, (Shambala)um vento tempestuoso. Em Hebreus cap. 12 vs 22 e 23, observamos mais uma alusão a Shambala, desta vez por parte de Paulo de Tarso: ”Vós, ao contrário, vos aproximastes da montanha de Sião, da cidade de Deus vivo, de Jerusalém celestial, das miríades de anjos, da assembléia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição.”









 Algumas tradições ocultistas acentuam que Jesus esteve em Shambala algum tempo, provavelmente em algum período dos 13 aos 30 anos, sobre os quais não existem referências de sua vida, nos evangelhos canônicos ou mesmo nos considerados apócrifos. O sábio Apolônio de Tiana, contemporâneo de Jesus, também empreendeu viagens através dos Himalaias em busca da Mansão dos Homens-Deuses. Estranhos acontecimentos envolveram Apolônio e seu discípulo Dâmis, até que recebidos por um jovem em pleno deserto, foram conduzidos ao Santo Mestre. Uma grande e estranha cidade surgiu diante deles, onde permaneceram, como convidados, por vários meses. Presenciaram coisas fantásticas, que eram produzidas por seus habitantes, como por exemplo, o domínio da gravidade terrestre, a utilização da energia solar, a aplicação de “pedras” fosforescentes que iluminavam como se fosse dia, etc. Quando Apolônio retornou da Terra Sagrada, ele estava envolto por uma aura de sabedoria, tornando-se profeta e praticando fabulosos fenômenos por onde quer que passasse. Viveu em Roma e teve inúmeros seguidores, na mesma época em que o Mestre Jesus ensinava na Judéia. Cabe-nos ressaltar que muitas das informações concernentes a Shambala advém dos relatos  escritos dos próprios lamas que haviam visitado Shambala em sonhos, visões ou projeções da consciência, em busca da sabedoria espiritual. Viajando em corpos de matéria sutil, divulgaram mandalas geográficas místicas e muito antigas e uma série de guias, tanto antigos como relativamente modernos, que continham instruções detalhadas descrevendo a cidade, e a maneira de se realizar uma viagem para lá. A Tradição ocultista, sustenta a visão, de que existem guardiões da evolução racial que canalizam as energias do planeta e dirigem a história da humanidade na direção de oportunidades sempre renovadas para o auto-desenvolvimento, e que forma um núcleo do que eqüivale a um governo mundial espiritual sediado em Shambala.









Muitos deles, acreditam que o mito bíblico do Jardim do Éden tenha se originado de Shambala. Muitos monges tibetanos afirmam ter recebido por intuição de Shambala a maior parte do seu conhecimento na medicina, na astronomia, nas artes ocultas, na alquimia, na astrologia, no controle de forças elementais da natureza, assim como diversos aspectos da sua grandiosa cultura milenar. A tradição esotérica ainda destaca o conhecimento científico avançado de seus  habitantes e afirma que sua tecnologia é tão superior, que parece-nos milagrosa. 







Esse fato se deve, principalmente porque não compreendemos os princípios básicos espirituais sobre os quais ela se sustenta. Os indivíduos que afirmam te-la visitado, tanto literalmente como visão, sonho ou mesmo viagem astral, relatam ter visto realizações tecnológicas que superam de longe nossa ciência moderna. Eles relacionam as maravilhas que viram com muitas lendas antigas que se referem a uma ampla rede de cavernas e túneis subterrâneos dimensionais, que se estendem sob as cadeias de montanhas asiáticas e que teriam sido escavadas em épocas bastante remotas. As lendas esquimós, contam que seus ancestrais vieram de uma terra paradisíaca localizada no interior da terra.








 De igual forma, os índios carajás no Brasil, afirmam que são originários de um mundo subterãneo onde a luz do sol penetra enquanto aqui é noite. Outra interessante menção a esses mundos advém do famoso escritor, Julio Verne (1828-1905), em sua obra “Viagem ao Centro da Terra”, escrita no século XIX, onde descreve que aventureiros, após percorrerem túneis e cavernas descobriram  um novo mundo debaixo da terra, o qual continha contendo lagos, terras, oceanos,  animais e plantas antediluvianos, civilizações, e tudo isso iluminado por um sol central.







 Esse caminho de acesso foi conhecido, após ter-se decifrado um manuscrito alquímico de caracteres rúnicos, trazido da Islândia. Algumas das informações contidas no livro de Verne, se enquadram com as narrativas do almirante Richard E.Byrd, da Marinha dos Estados Unidos, nascido em 25 de outubro de 1888, que explorou os polo norte e sul no período de 1926 a 1947, nesse último ano, em um vôo de reconhecimento  enquanto sobrevoava as imediações do Polo, segundo o seu próprio relato radiofônico, ao sair de um intenso nevoeiro deparou-se com uma terra sem gelo, podendo distinguir vegetação, lagos, animais, homens altos e louros, discos voadores, cidades, flores, alces e bisões do período Plistoceno.  Byrd teria entrado em uma dimensão paralela, ou mesmo  descoberto o reino de Shambala ou Agharta ? A partir de 1947 o almirante Byrd em razão de ser impedido de falar sobre o assunto pelas  autoridades das forças americanas, começou a escrever um diário sobre o que ocorreu na sua insólita viagem, o qual se conservou em segredo até sua morte em 1957. Esse diário porém foi descoberto em 1992, informações desse diário resultaram na fundamentação do livro Terra Oca. Segue o relato do suposto diário:



BASE CAMPO ÁRTICO, 19/2/1947


06h - Completamos os preparativos para nosso vôo para o norte e estamos voando com os tanques cheios, ás 06:10.

06:20 - A mistura no motor de estibordo parecia estar muito rica, foram feitos os ajustes e os Pratt Whittneys estão funcionando suavemente.

07h - Radio check com o campo da base. Tudo está bem e a recepção via rádio é normal.
07:40 - Observado um pequeno vazamento de óleo no motor de estibordo, mas o indicador da pressão parece normal.
08h - Pequena turbulência vinda de leste numa altitude de 2321 pés; corrigido para 1700 pés; a turbulência acabou, mas aumenta o vento de popa; feito pequeno ajuste nos controles do acelerador e o avião está com desempenho muito bom.
08:15 - Radio check com o campo da base, situação normal.
08:30 - Nova turbulência; altitude aumentada para 2900 pés; vôo tranquilo novamente.
09:10 - Vastidão de gelo e neve abaixo, notando uma coloração amarelada; exame desse padrão de cor abaixo; notando também coloração avermelhada ou púrpura. Circulando esta área com duas voltas completas e voltando ao curso traçado. Checagem de posição novamente com a base do campo e transmitindo informação sobre as colorações no gelo e na neve abaixo. Bússola e giroscópio começando a girar e oscilar; estamos incapazes de manter nosso rumo pelos instrumentos. Orientando-nos pelo Sol, mas tudo ainda parece bem. Os controles parecem lentos em responder mas não há indicação de congelamento.
09:15 - Parece haver montanhas a distância.
09:49 - Já se passaram 29 minutos da primeira visão das montanhas; não é uma ilusão. São montanhas consistindo de uma pequena cadeia que nunca vi antes!
09:55 - Mudança de altitude para 2950 pés, encontrando forte turbulência outra vez.
10h - Estamos atravessando a pequena cadeia de montanhas e ainda indo para o norte da melhor maneira possível. Além da cadeia de montanhas está o que parece ser um vale com um pequeno rio correndo pelo meio. Não deveria haver um vale verde abaixo! Definitivamente, alguma coisa está errada e anormal aqui! Deveríamos estar sobre gelo e neve! Há grandes florestas nas encostas das montanhas. Nossos instrumentos de navegação ainda estão girando e o giroscópio está oscilando para trás e para a frente.
10:05 - Altero a altitude para 1400 pés e executo uma volta fechada para a esquerda, para examinar melhor o vale abaixo. É verde com musgo ou uma espécie de relva muito fechada. A luz aqui parece diferente. Já não vejo o Sol.
Fizemos outra curva para a esquerda e vemos o que parece ser um grande animal abaixo de nós. Parece um elefante! Não! Parece mais um mamute! É inacreditável! Ainda assim, lá está ele! Diminuindo a altitude para 1000 pés e pegando binóculos para examinar melhor o animal. Confirmado - definitivamente é um animal semelhante a um mamute! Relatamos isso para a base.
10:30 - Encontrando mais colinas verdes ondulantes. O indicador de temperatura externa marca 74 graus Fahrenheit (23º Centigrados). Continuando agora o nosso curso. Os instrumentos de navegação agora parecem normais. Estou intrigado com seu desempenho. Tentativa de contatar a base. O rádio não está funcionando!
11:30 - O campo abaixo está mais plano e normal (se é que posso usar essa palavra). Adiante vemos o que parece ser uma cidade!! Isso é impossível! O avião parece leve ou estranhamente flutuante. Os controles se recusam a responder!! Meu DEUS!!! Ao lado de nossa asas, direita e esquerda, estão aeronaves de um tipo estranho. Estão se aproximando rapidamente! São em forma de discos e irradiam luz. Estão agora suficientemente perto para ver suas insígnias. São uma espécie de suástica! Isso é fantástico. Onde estamos? O que aconteceu? Puxo os controles outra vez. Não respondem!!! Fomos apanhados por uma garra de algum tipo.
11:35 - Nosso rádio estala e uma voz fala em Inglês com o que talvez seja um ligeiro sotaque nórdico ou alemão! A mensagem é: "Bem vindo, Almirante, está em boas mãos". Reparo que os motores de nosso avião pararam. O aparelho está sob algum controle estranho e está virando. Os controles são inúteis.
11:40 - Recebida outra mensagem pelo rádio. Começamos a aterrissagem agora e, em momentos o avião treme ligeiramente, e começa a descer, como se houvesse sido apanhado num enorme elevador invisível! O movimento para baixo é mínimo e tocamos o chão apenas com leve salto!
11.45 - Estou fazendo uma última anotação apressada no diário de vôo. Uma porção de homens se aproxima a pé de nossa aeronave. São altos com cabelo louro. À distância, pode-se ver uma grande cidade, reluzente, pulsando com matizes do arco-íris. Não sei o que nos acontecerá agora, mas não vejo sinais de armas nos que se aproximam. Ouço agora uma voz ordenando-me para abrir a porta. Eu obedeço.
Deste ponto em diante, narro todos os acontecimentos seguintes, de memória...
Desafia a imaginação e pareceria loucura, se não houvesse acontecido.O radiotelegrafista e eu fomos tirados do aparelho e recebidos de modo muito cordial. Fomos depois embarcados num transporte em forma de plataforma, sem rodas! Levou-nos à cidade resplandecente com grande rapidez.Quando nos aproximamos, a cidade pareceu-nos feita de um material cristalino. Logo chegamos a um grande edifício, de um estilo que eu nunca havia visto. Parecia ter saído da prancheta de Frank Lloyd Wright, ou talvez, mais corretamente, de um cenário de Buck Rogers!!
Deram-nos uma espécie de bebida quente, cujo gosto não se parecia com qualquer coisa que eu já tenha experimentado. Era deliciosa. Cerca de dez minutos depois, dois de nossos anfitriões vieram aos nossos aposentos, dizendo que eu os devia acompanhar. Não tive escolha e obedeci. Deixei o radiotelegrafista e nós andamos uma distância curta, entrando no que parecia um elevador.Descemos por alguns momentos, a máquina parou e as portas se levantaram silenciosamente! Andamos, então por um longo corredor iluminado por luz rósea que pareciam emanar das próprias paredes Um dos seres acenou para que parássemos em frente a uma grande porta. Acima dela havia uma inscrição que eu não soube ler. A porta deslizou silenciosamente e eu fui convidado a entrar.. Um dos meus anfitriões falou: "Não tenha receio, Almirante, o senhor terá uma entrevista com o Mestre...".Eu entrei e meus olhos se acomodaram à bela coloração que parecia estar enchendo completamente o aposento. Então comecei a ver o lugar onde estava. O que acolheu meus olhos foi a visão mais bonita que já tive em minha vida. Era realmente bela e maravilhosa demais para ser descrita. Era exótica e delicada. Não acho que exista uma palavra humana que possa descrever qualquer detalhe com justiça. Meus pensamentos foram interrompidos de um modo cordial por uma voz quente e rica, de timbre melodioso, "Eu lhe dou as boas vindas ao nosso território, Almirante." .Vi um homem de feições delicadas, com as marcas dos anos no rosto. Estava sentado em uma longa mesa.Convidou-me a sentar numa das cadeiras. Depois que me sentei, ele juntou as pontas dos dedos e sorriu, jovialmente falou com suavidade e disse o seguinte:"Nós o deixamos entrar porque tem um nobre caráter e é famoso na Superfície da Terra, Almirante".Superfície da Terra, eu disse a mim mesmo!"Sim",  responde o Mestre,"o senhor está no território dos Arianni, o Mundo Interior da Terra. Não prolongaremos sua Missão, e o senhor será escoltado com segurança para a superfície a até uma distância além. Mas agora, Almirante, eu lhe direi porque foi trazido aqui. Nosso interesse começou justamente depois que sua raça explodiu as primeiras bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, Japão. Foi nesse tempo de alarmante que mandamos nossas máquinas voadoras, os "Flugelrads", ao seu mundo na superfície para investigar o que sua raça havia feito. É claro que isso agora é passado, meu caro Almirante, mas eu devo continuar. Como vê, nunca interferimos antes em suas guerras e com seu barbarismo, mas agora somos obrigados, pois seu mundo aprendeu a forçar o uso de certos poderes que não são para os homens, principalmente o da energia atômica. Nossos emissários já entregaram mensagens aos governos de seu mundo e até agora eles não atenderam.Agora, o senhor foi escolhido para testemunhar que nosso mundo existe. Como vê, nossa Ciência e Cultura estão muitos milhares de anos à frente de sua raça, Almirante."Eu interrompi, "Mas o que isto tem a ver comigo, Senhor?"Os olhos do Mestre pareceram penetrar profundamente na minha mente, e, depois de me estudar por alguns momentos, ele respondeu, "Sua raça alcançou o ponto sem volta, pois há aqueles dentre vós que prefeririam destruir o próprio mundo a abdicar de seus poderes, tal como os conhecem..."Eu concordei com a cabeça e o Mestre continuou, "Em 1945 e depois, tentamos contatar sua raça, mas nossos esforços foram recebidos com hostilidade, nossos Flugelrads (Discos Voadores) foram alvejados. Sim, até perseguidos com maldade e animosidade pelos aviões de combate. Portanto agora eu lhe digo, meu filho, há uma grande tempestade se formando em seu mundo, uma fúria negra que não será extinta por muitos anos. Não haverá resposta em seus exércitos nem segurança em sua ciência. Ela poderá rugir até que cada flor de sua cultura esteja esmagada, e todas as coisas humanas niveladas num vasto caos. A última guerra foi apenas um prelúdio do que ainda está para vir para sua raça. Aqui nós vemos isso mais claramente a cada hora que passa... pode dizer que eu estou errado?"



"Não", respondi, "já aconteceu antes, em que a idade negra chegou e durou mais de quinhentos anos".


"Sim, meu filho," o Mestre respondeu, "a idade negra que virá para sua raça cobrirá a Terra como uma mortalha, mas eu acredito que alguns da sua raça viverão através da tempestade, e além disso, nada mais posso dizer. Vemos, a grande distância, um NOVO mundo saindo das ruínas de sua raça, procurando seus tesouros legendários e perdidos, e eles ficarão aqui, meu filho, a salvo sob nossa proteção.Quando o tempo chegar, iremos novamente para ajudar a reviver sua cultura e sua raça. Talvez, então, vocês tenham aprendido a futilidade da guerra e de sua disputa e depois desse tempo, alguma parte de sua cultura e ciência lhes será devolvida, para recomeçar. Você, meu filho, deve voltar à Face da Terra com essa mensagem.. "Com essas palavras finais, nosso encontro terminou. Fiquei por um momento como num sonho.. mas ainda assim eu sabia que era realidade, e, por alguma estranha razão, inclinei-me ligeiramente, por respeito ou por humildade, não sei qual.De repente, fiquei novamente consciente de que os dois belos anfitriões que me haviam trazido aqui estavam ao meu lado. "Por aqui, Almirante", disse um. Virei-me mais uma vez antes de sair e olhei para trás, para o Mestre. Um sorriso gentil esboçou-se em seu rosto delicado e idoso. "Adeus, meu filho", exprimiu ele acenando com um gesto de paz com sua delgada mão, e nosso encontro verdadeiramente terminou.Rapidamente passamos pela grande porta dos aposentos do Mestre e, mais uma vez, entramos no elevador. A porta, silenciosamente, abaixou e tornamos a subir. Um dos meus acompanhantes falou. "Agora precisamos apressar-nos, pois o Mestre não deseja mais atrasos em seu horário programado e o senhor deve retornar com sua mensagem para sua raça".Eu nada disse. Tudo isso era quase inacreditável, e mais uma vez, meus pensamentos foram interrompidos quando paramos. Entrei no quarto e estava outra vez com meu radiotelegrafista. "Está tudo bem, Howie, está tudo bem."Os dois seres nos levaram até o transporte que esperava, subimos, e logo chegamos ao avião. Os motores estavam ligados e embarcamos imediatamente. Toda a atmosfera parecia agora carregada com um certo ar de urgência. Depois que a porta foi fechada, o aparelho foi imediatamente levantado por aquela força invisível até atingirmos uma altitude de 2700 pés.Duas das aeronaves foram ao nosso lado, guiando-nos de volta à nossa rota. Devo declarar aqui que o indicador de velocidade nada registrava, mas estávamos voando a uma grande velocidade.Veio uma mensagem pelo rádio. "Nós o estamos deixando agora, Almirante, seus controles estão livres. Adeus!!"Olhamos por um momento, enquanto os Flugelrads desapareciam no céu azul.O avião, de repente, caiu como se houvesse sido apanhado num vácuo. Rapidamente recuperamos o controle. Não falamos por algum tempo. Cada um tinha seus pensamentos...



O DIÁRIO DE VOO CONTINUA...
02:20 - Estamos novamente sobre vastas áreas de gelo e neve, a aproximadamente 27 minutos da base. Falamos com eles pelo rádio e eles respondem. Declaramos todas as condições normais... normais... A base expressa alívio com o restabelecimento de nosso contacto.
03h - Aterrissamos suavemente na base. Eu tenho uma missão...
FIM DO DIÁRIO
1 de março de 1947. Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a mensagem do Mestre, Tudo foi devidamente gravado. O Presidente foi avisado.Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos, para ser exato). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipe médica. Foi uma grande provação!!! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança dos Estados Unidos da América. ORDENARAM-ME QUE PERMANECESSE EM SILÊNCIO QUANTO A TUDO QUE DESCOBRI, PELO BEM DA HUMANIDADE!!! Inacreditável, e me lembraram de que sou um militar e de que devo obedecer ordens.
30/2/56: ÚLTIMA ANOTAÇÃO
Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons... Faço agora minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive este assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra meus princípios morais. Agora, parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo que é verdade, deverá triunfar.Ele pode ser a única esperança para a espécie humana. Eu vi a verdade e ela vivificou meu espírito e me libertou . Cumpri com meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer, mas não haverá um fim. Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará... e os que forem da escuridão cairão com a sua Luz... pois eu vi aquela terra além do polo, aquele centro do Grande Desconhecido".




Alguns relatos de aventureiros em incursões ao polo, também descrevem paisagens similares e uma civilização amistosa e super-desenvolvida de gigantes. Outro episódio interessante acerca de lugares enigmáticos e misteriosos no planeta, aconteceu em 1.925, através da expedição liderada pelo coronel inglês Percy Fawcett,  em busca do El Dorado no Brasil, lugar onde algumas facções esotéricas entendem ser um lugar de uma riqueza formidável e de um desenvolvimento científico e moral muito além do que conhecemos. Essa peregrinação acabou protagonizando uma espécie de nova versão da Viagem ao Centro da Terra, de Julio Verne no século XX. 










Supõe-se que Fawcett e sua equipe teria encontrado a passagem dimensional para o mundo subterrâneo, encontrando a cidade “Z” nome sugerido por ele em seus escritos, e para muitos míticos uma das cidades de Shambala, a despeito da ossada encontrada e dos rumores que foram vítimas dos índios o mito persiste. Corroborando para a tese de Shambala, místicos e paranormais que vivem na Serra do Roncador no estado do Mato Grosso(Brasil) entre outros, afirmam vez ou outra, manterem contato com os seres intraterrenos que vivem com Fawcett nessa cidade, seja através do diálogo mental ou mesmo por uma simples e rápida visualização.




            Os Ovnis, é outro tema recorrente nas lendas de Shambala, onde viagens interestelares foram atribuídas aos seus habitantes muito antes do desenvolvimento do moderno conhecimento tecnológico e astronômico conhecido pela nossa atual civilização.De acordo com a antiga tradição chinesa, as aeronaves e veículos espaciais dos imortais viajam, não só pela Terra, mais também entre as estrelas observando lugares da habitação de outras raças e reinos. Outra lenda de Shambala, declara que a maioria dos seus residentes mais avançados usa corpos que não envelhecem nem morrem; alguns os nascidos da mente criam um corpo visível, mas artificial, de matéria atômica elementar que parece sólido e real quando entram em contato com os humanos; outros permanecem invisíveis e se juntam ao povo da Névoa de Fogo. Que vive no núcleo do Sol central da própria Terra, naturalmente em outra freqüência vibratória. Eles, por sua vez, podem viajar a vontade pelo universo, ficar mas pesados e mais densos ou mais leves e etéreos a sua escolha e necessidade, deslocam-se a grandes velocidades, aparecem em dois lugares ao mesmo tempo e materializam-se e desaparecem, conforme o seu desejo. Conta-se que os mestres ausentam-se ainda de Shambala para ensinar esse tipo de sabedoria a certos lamas ou mesmo a indivíduos merecedores que recorrem ao seu auspicioso auxílio. Rama, segundo o épico hindu, Rama foi um desses emissários que oriundo de um mundo subterrâneo chegou ao nosso, através de num veículo aéreo.





De acordo com alguns relatos, os lamas que absorvem esse conhecimento tem o poder, assim como Jesus, de atravessar paredes, de transformar pedras em ouro, de caminhar sobre as águas se afundar, de entrar no fogo sem se queimar, de derreter neve com o calor do próprio corpo, num frio extremo, de viajar a cosmos distantes em poucos segundos, de voar no céu e caminhar através de rochas e montanhas, além de capacidades extraordinárias como ler a mente e de conhecer o futuro, e o desenvolvimento de todos os sentidos muito além de sua capacidade normal. Eles também podem emitir raios de luz do corpo e ficarem expostos a luz do sol sem formarem sombra, fazer o corpo de outros desaparecer e realizar outros assim chamados prodígios ou milagres. O eixo do mundo, lugar onde está localizada Shambala, segundo os ocultistas, é o espaço na Terra onde as linhas do globo se cruzam, onde o espaço-tempo se pronuncia, sem os limites normais, e  onde os habitantes dessa sociedade oculta podem realizar experimentos científicos com ligas metálicas, valendo-se de energia absoluta, procurando assim, desenvolver melhor a aerodinâmica  de suas Naves , dentro de um  espaço multidimensional. Jaques Valle, cientista da Nasa, e uma das maiores autoridades em Ovnis no planeta, em seu depoimento corrobora a existência não só, especificamente de Shambala, mais de uma infinidade de cidadelas espirituais ao redor da crosta planetária, operando sobre outra freqüência vibratória: “...se uma forma de vida e de consciência que opera com base em propriedades  de tempo-espaço que nós ainda não descobrimos, ela não precisa ser extraterrestre. Ela poderia vir de outro sistema solar em nossa galáxia, ou de outra galáxia. Mas poderia coexistir conosco sem se percebida.”
            Todo esse conhecimento e relatos indicam um sofisticado sistema de vigilância fraterna dos seres humanos pelos habitantes de Shambala, sendo os Ovnis, segundo os próprios lamas o seu principal meio de transporte, e parte integrante desse trabalho missionário na Terra.